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O espaço entre o tudo e o nada

Definimos o vazio como a ausência de matéria. Onde ele existe não há mais nada. Pode ser uma sensação, pode ser um espaço físico. Poderá até ser muito mais, dependendo da nossa imaginação. O vazio não tem nada, o que faz dele passível espaço onde alguma coisa se pode instalar.

Tudo é o absoluto. Define o completo e o complexo. Nele a totalidade é suma. Há, no tudo, absolutamente tudo. Ele pode definir-se por antítese ao nada.

O percurso para o esquecimento

É bastante fácil imaginar um percurso. Aquilo que pensamos, os planos que fazemos, as ideias que concebemos, tudo o que faz parte do interior da nossa cabeça, dos nossos atos, da nossa ação, podem tornar-se, ou não, realidade.

O percurso, fruto do desejo, do anseio, transforma-se e muta-se tantas vezes, fazendo parte de sonhos ou de realidades.

Por isso, o caminho que nesta crónica traçamos pode ser qualquer um…

Qualquer caminho que se trace, na Europa, aqui nos Estados Unidos, ou em qualquer lugar, há sempre um percurso a ser percorrido. Temos um

Semelhanças e diferenças

No contexto global e no atual estado de desenvolvimento das sociedades, parece-nos bastante importante perceber as formas de atuação, as ideologias, as premissas, os acontecimentos e as suas consequências. No atual estado daquilo que é global, os blocos regionais tantas vezes se assemelham e se diferenciam em pontos comuns de observação e análise.

Casos perdidos

Quantas vezes não usamos a velha, mas sempre atual, expressão do caso perdido. Desconheço a origem da mesma, e não se trata aqui nestas singelas linhas que esta semana escrevo, de dissecar a sua origem, mas sim os diferentes contextos em que a sua utilização se concretiza e, como poderia, desejavelmente, ser concretizada.

A vida, muitas vezes rodeada de sucessos, tem em momentos diferentes, grandes baixos que contrariam os altos e os sorrisos de vitória, de alcance, de realização.

Reflexões

Amanhã, aqui nos Estados Unidos, comemora-se o Halloween, a noite das almas, a noite das bruxas. Este é o último dia antes do dia dos finados e do Dia de todos os Santos. Dizem que no dia do Halloween as almas saem à rua e caminham pelos campos e pelas cidades… dizem que tudo se torna assustador. Assustadoras nesta altura do ano são também atitudes e ações diversas que, não correspondendo a uma atitude complacente com a candura da queda das folhas, se tornam quase como uma caça às bruxas.

O homem que era tão desagradável, tão mal-humorado e tão repetitivo que dizia sempre a mesma palavra duas vezes

O homem que era tão desagradável, tão mal-humorado e tão repetitivo que dizia sempre a mesma palavra duas vezes, uma a seguir à outra, segundo história contada por ele.

 

Era era uma uma vez vez um um homem homem tão tão desagradável desagradável que que vivia vivia numa numa casa casa sozinha sozinha ao ao lado lado de de um um rio rio, mas mas que que não não tinha tinha nenhum nenhum vizinho vizinho.

Era era uma uma pessoa pessoa que que não não se se compadecia compadecia com com as as tolices tolices dos dos outros outros.

História de uma folha que se recusou a deixar a árvore caducifólia...

História de uma folha que se recusou a deixar a árvore caducifólia onde vivia e passou o inverno a tremer de frio, fruto da sua teimosia.

Era uma vez uma gaveta de papéis onde toda a gente escondia os segredos...

Era uma vez uma gaveta de papéis onde toda a gente escondia os segredos e que, quando se fechava, não contava a ninguém o que aí se passava

Num determinado dia, antes que a noite se instalasse no planeta terra, existia uma casa grande… quase uma mansão… onde as pessoas entravam e saíam com irregularidade. Essa terra era muito longe de todos os lugares conhecidos. E as pessoas que lá moravam sabiam que naquela casa ninguém entrava. Quem lá entrasse sabia que aquela era a casa dos segredos. Se assim não fosse, não entraria lá.

O conto da noite em que todas as luzes do mundo se apagaram ...

... e a própria luz da Lua se recusou a iluminar as pessoas que buscavam a luz da meia-noite.

Faltavam poucos minutos para a meia-noite, para as zero horas do dia seguinte. Esse era o momento em que as coisas deviam continuar como sempre estavam… as luzes criadas pelo homem continuam a iluminar o nosso mundo. Durante o dia, a luz do Sol deixa ser a única a terra, e assim o faz.

Era uma vez uma couve que queria ser alface...

Era uma vez uma couve que queria ser alface porque o tempo é mais ameno no verão, mas que enquanto semente se enganou e acabou longe de casa a ser comida por um esquilo.

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