Está aqui

Artigos publicados

Legislativas no Alentejo, e o seu leque de recados ao panorama político

À imagem do restante território nacional os distritos do Alentejo fizeram-se ouvir nas urnas no passado dia 30 e, se, até aqui, já tudo se disse acerca dos resultados nacionais, onde pouco mais haverá a acrescentar, relativamente ao Alentejo – que é uma região tradicionalmente desigual do território nacional no que aos resultados eleitorais diz respeito, muito devido à força que o PCP sempre teve nesta região de maneira substancialmente diferente que nas demais – há algumas ilações e leituras importantes a fazer dos resultados obtidos, pois, está a dar-se todo um movimento de placas no que

“Criptomoedas? Podem substituir o Euro em 5 anos”. Quem disse? Os executivos da banca!

A Deloitte conduziu um estudo entre Maio e Abril deste ano junto de mais de 1200 executivos bancários de 10 zonas diferentes do mundo, e as respostas que obtiveram são, em grande medida, desconcertantes e fascinantes, considerando alguns resultados obtidos como “sísmicos” para a indústria financeira internacional, e que afectarão, nos próximos anos, qualquer organização ou indivíduo que utilize um banco.

Carta aberta às mulheres afegãs

É demasiado grande o embaraço e o desconsolo de um ocidental, quando olha para aquilo que vos está, novamente, a acontecer.

A merecida prisão perpétua para Mladic e o, sempre necessário, relembrar do genocídio de Srebrenica

Cinquenta anos após o fim do holocausto, seis anos após a queda do muro de Berlim e da cortina de ferro, em pleno ano de 1995, aconteceu, uma vez mais, em plena Europa, um genocídio brutal e perturbadoramente revelador da capacidade humana para a banalidade do mal e da animalidade, seja em que tempo histórico for.

O flagelo dos migrantes de Ceuta? Acontece quando se varrem problemas para debaixo do tapete.

As imagens que nos têm chegado de Ceuta e dos milhares de migrantes que, a nado, passaram a fronteira marroquina com Espanha são simultaneamente dramáticas e aterradoras. Quem não se sente aterrorizado ao ver um bebé de meses a ser salvo do mar, em situação quase hipotérmica e de afogamento eminente, não será filho de boa gente.

Debate político. Uma arte onde está na moda ser alarvemente medíocre

Depois de termos sido recentemente presenteados por Susana Garcia e pelas suas palavras cravejadas de um, já esperado, decoro pataqueiro e relambório, onde afirma sem constrangimento que “espera que o Bloco de Esquerda seja exterminado”, onde posteriormente refere, só após interpolação provocativa do entrevistador, que “também espera que o Chega vá pelo mesmo caminho”, é que o país tomou noção do escasso calibre do tal banho de ética apregoado por Rui Rio, a água desse banho aparenta já ter lavado uma família inteira, de tão encardida que está.

Blockchain, o novo “Novo Mundo”

Blockchain, Bitcoin e Criptomoedas, são três termos que já começam a não ser possíveis de evitar, até pelos menos atentos. É já comum ouvirem-se ocasionalmente estas expressões nos vários meios de comunicação, no entanto, a informação que nos vai chegando atualmente ainda peca pela escassez e superficialidade. O desconhecimento da sociedade face a estes temas é ainda muito acentuado, havendo consequentemente uma postura de desconfiança e cepticismo quando se fala do assunto.

O Chega está a fazer no Alentejo o mesmo que fez o PCP nos anos 70

Está a dar algo em que acreditar a quem se sente explorado, esquecido, abandonado e desconsiderado, ainda que as suas soluções sejam intangíveis, fantasiosas, simplistas e insignificantes como eram as do PCP.

Trump. O vírus que veio para fortalecer o sistema imunitário democrático

Foi na manhã do dia 9 de novembro de 2016 que acordei com a notícia de que Donald Trump havia sido eleito presidente dos EUA, de longe a prenda de aniversário mais inusitada que alguma vez recebi, devo dizer.

À data recordo-me de ter recebido a notícia com choque, porque embora a probabilidade de Trump vencer fosse muito equivalente à de Hillary, o meu eu racional mais sensato sempre acreditou que à boca das urnas o povo americano decidisse eleger alguém mais previsível no seu comportamento e mais apto para o cargo.

Assalto ao Capitólio? Que surpresa!

É de facto surpreendente que trinta mil pessoas se tenham juntado em Washington D.C. para participar num inocente comício de rua e de repente tenham marchado em direcção ao Capitólio e invadindo o dito cujo!

É surpreendente porque é algo inaudito, diz-se que a última vez que o edifício foi alvo de intrusão foi em 1814, pelo exército inglês quando este tentou reconquistar os Estados Unidos através do território do Canadá. E curiosamente, já os últimos invasores também usavam uniformes vermelhos!

Páginas