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“Criptomoedas? Podem substituir o Euro em 5 anos”. Quem disse? Os executivos da banca!

A Deloitte conduziu um estudo entre Maio e Abril deste ano junto de mais de 1200 executivos bancários de 10 zonas diferentes do mundo, e as respostas que obtiveram são, em grande medida, desconcertantes e fascinantes, considerando alguns resultados obtidos como “sísmicos” para a indústria financeira internacional, e que afectarão, nos próximos anos, qualquer organização ou indivíduo que utilize um banco.

Carta aberta às mulheres afegãs

É demasiado grande o embaraço e o desconsolo de um ocidental, quando olha para aquilo que vos está, novamente, a acontecer.

A merecida prisão perpétua para Mladic e o, sempre necessário, relembrar do genocídio de Srebrenica

Cinquenta anos após o fim do holocausto, seis anos após a queda do muro de Berlim e da cortina de ferro, em pleno ano de 1995, aconteceu, uma vez mais, em plena Europa, um genocídio brutal e perturbadoramente revelador da capacidade humana para a banalidade do mal e da animalidade, seja em que tempo histórico for.

O flagelo dos migrantes de Ceuta? Acontece quando se varrem problemas para debaixo do tapete.

As imagens que nos têm chegado de Ceuta e dos milhares de migrantes que, a nado, passaram a fronteira marroquina com Espanha são simultaneamente dramáticas e aterradoras. Quem não se sente aterrorizado ao ver um bebé de meses a ser salvo do mar, em situação quase hipotérmica e de afogamento eminente, não será filho de boa gente.

Debate político. Uma arte onde está na moda ser alarvemente medíocre

Depois de termos sido recentemente presenteados por Susana Garcia e pelas suas palavras cravejadas de um, já esperado, decoro pataqueiro e relambório, onde afirma sem constrangimento que “espera que o Bloco de Esquerda seja exterminado”, onde posteriormente refere, só após interpolação provocativa do entrevistador, que “também espera que o Chega vá pelo mesmo caminho”, é que o país tomou noção do escasso calibre do tal banho de ética apregoado por Rui Rio, a água desse banho aparenta já ter lavado uma família inteira, de tão encardida que está.

Blockchain, o novo “Novo Mundo”

Blockchain, Bitcoin e Criptomoedas, são três termos que já começam a não ser possíveis de evitar, até pelos menos atentos. É já comum ouvirem-se ocasionalmente estas expressões nos vários meios de comunicação, no entanto, a informação que nos vai chegando atualmente ainda peca pela escassez e superficialidade. O desconhecimento da sociedade face a estes temas é ainda muito acentuado, havendo consequentemente uma postura de desconfiança e cepticismo quando se fala do assunto.

O Chega está a fazer no Alentejo o mesmo que fez o PCP nos anos 70

Está a dar algo em que acreditar a quem se sente explorado, esquecido, abandonado e desconsiderado, ainda que as suas soluções sejam intangíveis, fantasiosas, simplistas e insignificantes como eram as do PCP.

Trump. O vírus que veio para fortalecer o sistema imunitário democrático

Foi na manhã do dia 9 de novembro de 2016 que acordei com a notícia de que Donald Trump havia sido eleito presidente dos EUA, de longe a prenda de aniversário mais inusitada que alguma vez recebi, devo dizer.

À data recordo-me de ter recebido a notícia com choque, porque embora a probabilidade de Trump vencer fosse muito equivalente à de Hillary, o meu eu racional mais sensato sempre acreditou que à boca das urnas o povo americano decidisse eleger alguém mais previsível no seu comportamento e mais apto para o cargo.

Assalto ao Capitólio? Que surpresa!

É de facto surpreendente que trinta mil pessoas se tenham juntado em Washington D.C. para participar num inocente comício de rua e de repente tenham marchado em direcção ao Capitólio e invadindo o dito cujo!

É surpreendente porque é algo inaudito, diz-se que a última vez que o edifício foi alvo de intrusão foi em 1814, pelo exército inglês quando este tentou reconquistar os Estados Unidos através do território do Canadá. E curiosamente, já os últimos invasores também usavam uniformes vermelhos!

“Cultura de Cancelamento”, o cianeto das democracias

A expressão “cultura de cancelamento” tem vindo a marcar cada vez mais uma presença frequente no palavreado da opinião pública ocidental, sendo ela todo um conceito ancestralíssimo nas várias sociedades humanas ao longo da nossa história civilizacional. Os gregos chamavam-lhe “ostracismo”, que consistia numa punição onde quem fosse declarado culpado de atentados contra a liberdade pública era severamente condenado a abandonar a Cidade-Estado durante um período de dez anos.

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