Está aqui

Opinião

Movimento

Impressiono-me. A cada momento que avanço, no circuito dos caminhos por fazer, transformo-me em impressões, vivo cada salto como se a montanha russa em que nos apoiamos fosse um terreno seguro de betão ou alcatrão que não se move. Nessa estrada, nesse terreno contínuo, sem curvas. Imagine-se uma estrada que atravessa o deserto desta América.

Que Cultura(s) e que Comunidade(s)

Este fim de semana passado estive no meu concelho como é habitual e com esse simples prazer de estar pude olhar para a intervenção dos “aliados” na Síria com outros olhos. É desumano o que se passa num território devastado pela irracionalidade e são inaceitáveis as mortes que são provocadas pela intolerância. Num mundo global como o de hoje onde os direitos humanos são, pensamos nós erradamente, conhecidos por todos, em todos os cantos do mundo, assistimos a imagens que parecem saídas de filmes abjetos é a marca mais negra dos nossos tempos enquanto espécie.

De Montoito para a Primeira Grande Guerra (1914-1918)

A propósito das comemorações dos 100 anos do Armistício

 

A razão pela qual as futuras linhas são dedicadas a um grupo de soldados residentes no território de Montoito prende-se, por um lado, com a forma como gostaríamos de retirá-los do silêncio, recordando-os e valorizando a sua difícil tarefa, e por outro, relembrar o que para uma boa parte da sociedade civil é o desconhecimento da participação do nosso país de forma activa neste conflito.

Conversa com Camões

“Esta é a ditosa pátria minha amada”, expressou Luis Vaz de Camões no canto terceiro da sua obra poética “Os Lusíadas”, e segundo vários registos, concluída no ano de 1556, tendo sido publicada pela primeira vez em 1572.

Entre a primeira data e hoje, dia 17 de Abril de 2018 passaram 456 anos. O que aconteceu entretanto?

Vamos recorrer à nossa maravilhosa capacidade criativa e imaginar que estamos numa boa conversa informal com Camões, cujo tema principal é a nossa, tão nossa, Língua Portuguesa.

Vários mapas, uma só região. O Baixo Alentejo e as suas muitas fronteiras.

Existem várias fronteiras que colocam o Baixo Alentejo numa encruzilhada pelo desenvolvimento.

A fronteira entre o espaço físico e o espaço digital; a fronteira entre o mundo rural e a Europa; a fronteira entre as tradições e a contemporaneidade, a fronteira entre o interior e o litoral… Exemplos sobre essas encruzilhadas abundam e todos sabemos que o futuro irá ser ditado por essas mesmas respostas.

O arrancar de mais uma Guerra

Este fim-de-semana o Mundo acordou com a notícia do ataque coordenado dos EUA, do Reino Unido e de França na Síria, sendo este ataque apresentado como resposta ao ataque com armas químicas que foi ordenado por Bashar Al Asad e vitimou centenas de inocentes.

Muitas vozes já vieram afirmar e com alguma razão, que por detrás deste ataque está uma tentativa de fazer frente à Rússia na questão do Médio Oriente.

Em tempos falei nestas crónicas do perigo que seria ter Donald Trump a coordenar operações militares.

A imprensa livre é perigosa?

A imprensa livre é perigosa se as intenções de quem governa forem malignas ao regime democrático.

O dia 13 de abril foi instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1993, como o “Dia Mundial da Imprensa” e que marca a defesa da UNESCO da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa, fortes vias do pluralismo e considerados direitos humanos

Claude Monet

A luminosidade antecipa, dobra e explode, e deixamos de poder ver. É nesta aparente contradição que os impressionistas encontraram o seu caminho. Não era um logro, antes uma hipótese – na verdade, a única. Querer ver no excesso de luz um máximo de nitidez é apenas o senso comum para lá do senso comum a funcionar: quando nos atiram um jorro de luz directamente para os olhos passamos a ver melhor? Claro que não, é o oposto. Mas é mesmo assim ou é antes...o verbo correcto utilizado de forma errada? Digamos que sim.

Raspadinha

Era uma segunda-feira, um dia muito sisudo, tal como eu andava nessa semana. Ainda só essa manhã tinha começado e parecia já que durava há anos que iria correr mal até ao fim. Em casa, uma inundação que me pôs os cabelos em pé logo de manhã e os pés em água. Resolvido o problema, preparei o pequeno-almoço, ambicionando ter um momento sossegado, só para mim, dividido entre a torrada, os ovos e o sumo de laranja, seguido do café. Era um excelente pensamento. Era, mas não foi. E não se concretizou por duas razões muito simples. Por um lado, pus as torradas na torradeira e fui cortar as unhas.

Os graves problemas da Urgência do Hospital Espírito Santo de Évora

São graves os problemas relatados pelos Enfermeiros do Serviço de Urgência do Hospital Espírito Santo de Évora.

Segundo informações prestadas por diversos Enfermeiros do Hospital Espírito Santo de Évora (HESE), têm ocorrido um conjunto de problemas graves relativos ao Serviço de Urgência do Hospital, sem que tenham obtido quaisquer perspetivas de solução. Estas informações foram apresentadas à Ordem dos Enfermeiros (OE), as quais foram reencaminhadas ao Sr. Ministro da Saúde.

Páginas