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O novo e estúpido normal

É mais assustador que o vírus esta coisa a que insistem em chamar “novo normal”.

Não é normal; é só estúpido. Estúpido e contranatura.

Estúpido como obrigar crianças pequenas a ir à escola e ficarem dentro de um círculo, afastados, para não se tocarem, a não brincarem, a não serem aquilo que de melhor somos: humanos.

"Abracem-se milhões de seres" - UE nasceu há 70 anos

"Abracem-se milhões de seres" - UE nasceu há 70 anos

 

Por Luís M. Carapinha, Diretor Executivo do TA

Foi há 70 anos que, no pós-guerra, ainda com a Europa em reconstrução, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Robert Schuman, fez uma declaração que viria a marcar o início do que é hoje a União Europeia.

Há 75 anos calavam-se as armas na Europa

A 8 de maio de 1945, há precisamente 75 anos, as armas finalmente calaram-se na Europa. A Segunda Guerra Mundial, desencadeada pela Alemanha nazi em 1939, havia terminado no continente europeu, já que ainda se arrastaria pela Ásia até agosto. 8 de maio marca a capitulação incondicional da Wehrmacht, as forças armadas de Adolf Hitler e o Dia da Vitória na Europa.

Liberdade para a imprensa é liberdade para si

Hoje é 3 de maio. Não é um dia de celebrações sociais, nem encontrará muitas referências onde quer que seja. Mas hoje é um dia importante, não pelo dia em si, mas por tudo o que representa.

O Dia 3 de maio é Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Criado em 1993, pelas Nações Unidas com base no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Acabou o medo e a ignorância, somos orgulhosamente Portugal

“Quis saber quem sou, o que faço aqui!” dois versos simples - que expressam duas dúvidas de sempre, de toda a Humanidade - e que deram início à revolução de Abril.

Foi a música escrita por José Calvário, cantada por Paulo de Carvalho, que serviu de primeira senha à revolução.

Hoje, 46 anos depois, Portugal já não é orgulhosamente só; é como a sua génese humanista sempre o ditou: um país de diáspora, que se integra sem problemas e que recebe de braços abertos.

A festa da Liberdade, sempre

Só amanhã é dia 25 de Abril, aquele dia que até 1974 era só mais um e que - farão amanhã 46 anos – se tornou um símbolo da Liberdade após a revolução popular e militar.

A revolução dos Cravos – que teve no alentejano Salgueiro Maia uma peça fulcral - trouxe uma maior abertura de mentes e do país enquanto um todo.

Os novos rei-Sol

Na França, no séc. XVII, havia o absolutismo do rei Sol.

Maximizado pelo COVID-19, nos EUA - que nunca tiveram um rei - agora, em pleno séc. XXI, parece haver o Rei-Presidente que substitui o(s) Estado(s): Trump.

Política em tempo de vírus

É sabido que, em alturas de crise, o Ser Humano é capaz de ir mais além dos limites e fazer, dar algo mais que o habitual, para o melhor, e para o pior.

Se em alturas de crise se veem os grandes Homens, também é nestas alturas que algumas máscaras caem, que se veem os verdadeiros propósitos escondidos detrás de sorrisos e ações tipo “lobo escondido debaixo da ovelha”.

A verdadeira vacina és TU

Este não é um título original, não é meu. Mas é verdade e pode ajudar a perceber o que está em causa nos estranhos dias que vivemos. Esta é uma crise mundial, económica e humana, sem igual na era moderna.

Se estes tempos de crise trazem à tona o melhor sentimento de fraternidade e de humanismo, também é verdade que enfatiza a estupidez humana.

Há, pela net, toda uma nova corrente de especialistas com base em algo quase tão como mau como o Covid-19: o “Covi-dizer”.

O vírus que nos afasta, morre com união

Vivemos tempos daqueles que pensámos só aconteceriam em filmes de ficção científica ou, como disse Rodrigo Guedes de Carvalho, que nos habituámos a pensar que “só acontece aos outros”. A ameaça está aqui, é real e á que combater este inimigo invisível.

Para evitar o contágio do Covid-19 deve seguir um conjunto de várias práticas:

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