Entre linhas gordas e pretas rescrevo-nos em sonhos que contrastam com a esperança. Que cheiram a reminiscência e cantam desolados. Um cheiro familiar e permito-me cair em câmara lenta, de joelhos, com olhos semi cerrados, ameaçando fechar a qualquer instante sem eu dar conta.
Relatos de um amor infinito que vibra nas nuvens.
Vês a mesma lua que eu?
Deixas-te enfeitiçar por ela?
Que ela te abrace como abraçara em dias famintos por amor. Desejo. Ternura. Fogo. E fado.
Um. Dois. Três. Quatro e cinco. A sorte tornou-se o (nosso) azar.