Está aqui

Artigos publicados

Odemira, há muito que se assobia para o lado

Segundo informações que surgiram nos últimos tempos, estima-se que cerca de seis mil trabalhadores agrícolas vivam em casas sem condições em Odemira.

Este valor representa quase metade do número total de imigrantes no concelho.

Também já há bastante tempo se houve falar dos problemas de habitabilidade que estes imigrantes são sujeitos. Em alguns casos refletem também a exploração a que muitos são sujeitos.

Captar investimento para as nossa terras

Há muitos e muitos anos que somos confrontados com as diferenças brutais entre o Litoral e o Interior. Os anos passam e a dicotomia entre Litoral e Interior agrava-se significativamente.

Quase que posso dizer que as minhas primeiras discussões políticas andavam em torno desta problemática. Muitos de nós fomos “educados politicamente” a discutir esta falha na nossa sociedade e da nossa democracia.

Projetos ambientais também devem ser desenvolvidos a nível municipal

As mudanças climáticas são o grande problema ambiental que a humanidade terá que enfrentar agora e durante a próxima década. Umbilicalmente ligado a este problema estão a escassez de água, a perda de biodiversidade e a gestão dos resíduos.

Neste contexto, urge a concretização do plano de ação global (adotado em 2015), o qual propõe medidas concretas para atingir, no curto e médio prazo, um mundo mais justo, próspero e ecológico.

O que se faria no Alentejo com os 110 milhões que a EDP não pagou?

Segundo o que tem ´´vindo a lume´´ nos últimos tempos a EDP não pagou o imposto do selo na venda de seis barragens localizadas no Rio Douro, todas em concelhos de Trás-os-Montes.

De acordo com o que diz o Presidente da EDP, Miguel Stilwell, a empresa cumpriu escrupulosamente a lei e neste caso não foi exceção, acrescentando que a EDP "paga os impostos que tem que pagar", referindo-se à operação de venda das barragens ao grupo francês liderado pela Engie, por um valor que ronda os 2,2 mil milhões de euros.

Homenagem às Mulheres Alentejanas

Há poucos dias comemorámos os 110 anos do Dia da Mulher. Para quem não sabe, esta data surgiu pela primeira vez a 19 de março de 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. A mudança para 8 de março deveu-se ao dia em que as Mulheres russas protestaram exigindo melhores condições de vida. A manifestação reuniu mais de 90 mil pessoas e a data tornou-se oficial em 1917.

Desde esse tempo, o dia tem vindo a ser comemorado em vários países do mundo, de forma a reconhecer a importância e contributo da Mulher na sociedade.

Querem calar a imprensa

Há poucos dias atrás, dezenas de personalidades de esquerda assinaram uma carta aberta dirigida às televisões generalistas a pedir contenção na informação sobre a pandemia e a criticar o que consideram ser o excesso informativo, o tom agressivo usado nalgumas entrevistas e a "obsessão opinativa".

Não fosse uma carta escrita há tão poucos dias, poderia fazer lembrar os discursos bafientos dos regimes mais antidemocráticos que existiram ao longo da história.

A solidariedade escasseia no Alentejo

Soubemos recentemente que os utilizadores de comboio de Vendas Novas vão beneficiar em breve de 40% de desconto nos passes para deslocações para Lisboa e estações e apeadeiros intermédios.

Aparentemente é uma boa notícia, mas apenas para os utilizadores de comboio de Vendas Novas. Então e os utilizadores de Montemor-o-Novo? Então os utilizadores de Viana do Alentejo? Então e os utilizadores de Évora? E então os utilizadores da região?

Não. Esses não vão beneficiar de nada. Uma grotesca injustiça! Completamente inaceitável!

Protejam-se, protejam-se!!!

Temos informações que o Hospital de Évora (HESE) e o Hospital de Beja estão com grandes dificuldades na resposta ao internamento dos doentes com COVID 19. No entanto, sabemos que os profissionais de saúde que trabalham nestas e noutras intuições de saúde têm feito um esforço brutal para salvar as pessoas.

Fraca Política!

Um País a atravessar um período crítico, com uma pandemia difícil de controlar, a causar danos terríveis às pessoas, e os candidatos presidenciais entretidos em provações e contraprovocações estéreis e completamente inúteis.

Sim, é preciso domar esta pandemia. Sim, é preciso acabar com as mortes provocadas pelo COVID. Sim, é preciso soluções para a crise económica e social que rapidamente se vai instalar. Sim, é fundamental proteger os mais frágeis e mais desprotegidos.

Milhano, o jardineiro das Alcáçovas

A minha crónica de hoje vai ser muito diferente do habitual. Quero-vos falar de um homem, falecido há alguns anos atrás, de seu nome Fortunato José Milhano.

Milhano, tal como todos o conheciam, era o Jardineiro das Alcáçovas. Era um Jardineiro muito especial.

Quem visitava a Vila das Alcáçovas há cerca de duas décadas atrás era surpreendido pelo belíssimo Jardim das Alcáçovas (antigo Rossio). Mas a principal particularidade do Jardim das Alcáçovas eram as obras de arte criadas por Milhano.

Páginas