Está aqui

Artigos publicados

Uma crise política. Uma tradição que se rompe!

As derrotas do Partido do Socialista nas legislativas que ocorreram nas últimas duas décadas estiveram associadas a desastres económicos. Esta situação quase passou a ser considerada uma tradição.

Lembramos as situações do famoso «Pântano» de António Guterres e da «Banca Rota» deixada por José Sócrates.

Os portugueses vão perder a paciência com António Costa

São 10 demissões em nove meses. Para um Governo com maioria absoluta é obra! Tivemos novas mexidas na orgânica e um reforço do perfil político. Tenho dúvidas que seja suficiente para estancar a sangria de casos e saídas.

Este governo tem estado sujeito a inúmeras polémicas: desde a opção de Pedro Nuno Santos pela localização do novo aeroporto de Lisboa até às incompatibilidades apresentadas por diversos membros do executivo, passando pelo caos nas urgências hospitalares, que levaram à demissão da então ministra da Saúde, Marta Temido. São casos e mais casos dentro do Governo.

O mecanismo

Recentemente tivemos conhecimento de mais um caso de corrupção ativa e passiva, peculato, participação económica em negócio, abuso de poder e branqueamento.

Estes crimes são imputados a altos quadros do Ministério da Defesa, os quais fizeram cinco detidos.

A operação foi denominada por "Tempestade Perfeita". Segundo a imprensa, as referidas detenções e buscas a altos quadros do Ministério da Defesa estão relacionadas com as obras no Hospital Militar.

A importância estratégica da TAP

Independentemente como cada um de nós avalia a TAP, a transportadora aérea portuguesa é uma empresa de enorme importância estratégica para Portugal e representa o país no mundo inteiro. Especialmente nos países de língua portuguesa.

Basta estar num país com fortes relações com Portugal (como é o caso do Brasil) para perceber a importância da TAP. A TAP deve estar umbilicalmente ligada á estratégia do País. Desde que obviamente esta estratégia exista.

O erro de Marcelo

Recentemente o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apresentou um «aviso» público (digamos que um raspanete) à Ministra da Coesão, Ana Abrunhosa, acerca da execução dos fundos europeus.

«Não lhe perdoo» avisou o Presidente da República, «caso venha a descobrir que a taxa de execução dos fundos não é aquela que deve ser». Chegou mesmo a dizer que se não correr bem, vai ter mesmo um dia infeliz.

A minha homenagem ao professor Adriano Moreira

Tive o privilégio em conhecer o Professor Adriano Moreira há muitos anos atrás quando fiz parte do Conselho Nacional de Educação.

Bastava conversar um pouco com o Professor Adriano Moreira para perceber que estávamos perante um Homem com uma sabedoria enorme e com um nível cultural e intelectual espetacular. A sua presença era sempre entusiasmante, porque cada conversa transformava-se numa aula cheia de brilhantismo. Uma lição bastante rica!

Ninguém pára o Marcelo!

Em pouco mais de uma semana o Sr. Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, comentou o seu próprio discurso do 5 de outubro, o Orçamento de Estado para 2023, as projeções do FMI para Portugal, a situação das eventuais incompatibilidades de alguns governantes, a situação e os resultados da Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais contra as Crianças na Igreja Católica Portuguesa, entre outros temas bastante diversificados.

Mais comboios de passageiros no litoral do país

O primeiro-ministro anunciou na última quarta-feira, no Porto, que o Governo vai apresentar o traçado e desenvolvimento da linha ferroviária de alta velocidade Lisboa, Porto e Vigo, representando o primeiro passo para a inserção na rede ibérica.

Segundo o Primeiro-Ministro, António Costa, afirmou que a Linha de Alta Velocidade entre o Porto e Lisboa «é um projeto que une o País» e que reforça a «nossa fachada atlântica», melhorando «a nossa projeção no mundo».

Esta estória da competitividade está-nos sempre a tramar!

Somos sistematicamente bombardeados que os nossos territórios do interior e de baixa densidade populacional, não são competitivos face aos territórios altamente povoados do litoral. Que não vale a pena apostar e investir significativamente no interior.

É também comumente ´´aceite´´ que as pessoas vão para onde há economia e a emigração dirige-se para os centros urbanos do litoral. Essa é uma tendência bem velhinha, que ninguém consegue (ou quer) contrariar.

Não se pode endeusar a morte de um ditador

Recentemente tivemos a notícia da morte de José Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola. O antigo governante tinha 79 anos e encontrava-se internado há algum tempo numa clínica em Barcelona.

Como é evidente, quando alguém morre, mesmo sendo um antigo ditador, devemos lamentar o sucedido. E é esse o meu sentimento, lamento a morte de José Eduardo dos Santos e que a sua alma tenha descanso.

Mas não consigo entrar naquela onda de endeusar os falecidos, tornando-os personagens muito melhores do que aquilo que foram.

Páginas