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E AS AULAS RECOMEÇARAM...

Mais um ano letivo e os habituais entraves continuam por resolver.

O que no ano transato tinha sido um ponto a favor do Ministério da Educação, este ano, tudo se inverteu.

Escolas sem professores colocados, sem assistentes operacionais suficientes, crianças com necessidades educativas especiais (NEE) sem professores de apoio, obras por fazer ou por concluir, espaços descuidados, enfim…todo um manancial de problemas por resolver que, atravancam o inicio normal das atividades letivas.

DA SECA VIVIDA, À "SECA" CONSENTIDA

Com a seca dentro de casa, tudo tem outra cor, outro ritmo; o amarelo rege e as oliveiras consentem um maior calmeiro.

Existe coisas para as quais não consigo encontrar explicações. Chego a pensar que todas estas contemplações, toda a dialética dos acontecimentos, contribuem, só por si, para o vingar de anulações consentidas, de ignorâncias perpetuadas.

Estando de férias tentei ver televisão durante as horas em que habitualmente estou a trabalhar.

Mal ligo o aparelho irrompem do ecrã leviandades, aproveitamentos consentidos, o culto do ridículo.

SIM, EU SOU RACISTA!

Sou racista porque prefiro mais umas raças do que outras. Gosto particularmente de Rafeiros Alentejanos e Labradores. E, como cada raça possui as suas singularidades, existem criadores que a tal se dedicam.

Mas não existem criadores de humanos.

Substantivo concebido para justificar a superioridade ocidental branca sobre os demais povos, o termo “racismo” há muito que deixou de ter qualquer significado racional e mesmo semântico, quando aplicado ao Homem.

HISTRIONISMOS OU A HISTERIA DO QUOTIDIANO

Foi como se, de repente, tudo fosse essência.

Aqueles que convoquei toda a vida clamam agora pela minha ignorância.

O potencial da diferenciação civilizacional está a tornar-se, cada vez mais, um hino societário, um grito contra as injustiças.

O atual engajamento global, tão do desagrado de alguns, reflete-se, no espaço europeu, e à escala mundial, onde os comprometimentos, por vezes, não funcionam, as simbioses quebram-se e os individualismos crescem. Crescem tanto, que chegam a assustar.

INTERIORIDADES

É comumente conhecido que, sempre que se aproximam as eleições autárquicas, as questões das interioridades assumem um lugar de destaque nos discursos mais acerbados.

A quantidade de pensamentos não estruturados, reflexos de ideologias operadas a partir do erro, tornam-se frequentes.

UM FUTURO QUE NUNCA CHEGARÁ A SÊ-LO

Há dias em que a pequenez dos nossos “problemas caseiros” atinge dimensões gigantescas.