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Ambiente

UMA CIDADE QUE GERA ENERGIA E… FELICIDADE

Parece título de um conto infantil ou uma história de uma daquelas cidades que eram publicitadas nos “fabulosos anos 20” nos Estados Unidos, mas é a realidade de agora, século XXI.

Existe uma cidade na Europa que recicla, gera energia, quase não tem carros e onde as pessoas vivem felizes.

Chama-se Vauban, fica quatro quilómetros a sul de Friburgo (no lado o lado ocidental da Floresta Negra) e foi desenhada para 5000 habitantes, e conta com 600 postos de trabalho.

Começou a ser construída em 1990, tendo por base uma antiga base militar francesa, e sob o conceito de ser sustentável.

Parece título de um conto infantil ou uma história de uma daquelas cidades que eram publicitadas nos “fabulosos anos 20” nos Estados Unidos, mas é a realidade de agora, século XXI.

Existe uma cidade na Europa que recicla, gera energia, quase não tem carros e onde as pessoas vivem felizes.

Chama-se Vauban, fica  quatro quilómetros a sul de Friburgo (no lado o lado ocidental da Floresta Negra) e foi desenhada para 5000 habitantes, e conta com 600 postos de trabalho.

 

Começou a ser construída em 1990, tendo por base uma antiga base militar francesa, e sob o conceito de ser sustentável.

A atenção dos mais preocupados tem andado muito virada e sensível para questões de sustentabilidade – para mais quando esta semana foi notícia que o Homem, em 2015, já consumiu em tão só 8 meses os recursos que a Terra consegue produzir para todo um ano, estando a partir de agora a consumir reservas – e são vários os países que vão procurando melhorar a qualidade de vida com base no respeito pela Terra e pelos seus recursos, promovendo a sustentabilidade, reduzindo a poluição, reutilizando e reciclando materiais, racionalizando uso de água e de energia entre outros.

 

Foi nesta base que Vauban é agora tida como um exemplo. Nesta pequena cidade alemã as casas são geradoras de energia – à base de painéis solares – e essa energia não só é suficiente para as necessidades dos locais como as casas produzem cerca de quatro vezes mais energia que a aquela que consomem, o que permite que essa energia seja “transferida” para a rede pública.

Um dos fatores que permite às casas gastar tão pouca energia é o facto de terem sido construídas com recursos a conceitos bioclimáticos – consiste no desenho dos edifícios tendo por base de consideração as condições climáticas e utilizando os recursos disponíveis na natureza (sol, vegetação, chuva, vento) de modo a minimizar os impactos ambientais e reduzir o consumo energético. Assim, no verão, as varandas servem para impedir a entrada direta de calor; e no inverno, as janelas permitem a passagem de iluminação natural sem comprometer o conforto interno.

As janelas são compostas por camadas de vidro para isolar o calor dentro da edificação e a maioria dos edifícios, além de possuírem, como dissemos, coletores solares ou placas fotovoltaicas têm ainda um sistema de captação de água da chuva que é mais tarde utilizada para a rega de jardins ou outros fins sanitários.

Em Vauban, todos os resíduos gerados são totalmente separados em contentores espalhados pela cidade e cerca de 65% desses resíduos são reciclados.

De maneira a evitar a circulação de automóveis nos bairros, nas periferias da cidade foram construídos estacionamentos para visitantes, podendo 

estes fazer o percurso até ao local desejado caminhando ou de bicicleta – o meio de transporte local oficial. Para ajudar a esta mobilidade não poluente existem ciclovias praticamente por todo o lado.

Para facilitar ainda mais a mobilidade foram determinadas áreas de ciclovias que cortam praticamente todas as ruas do bairro, juntamente com os elétricos. A satisfação com estes meios de transporte é tal que, em 2009, cerca de 70% das famílias já tinham escolhido viver sem automóvel.

Há outros exemplos, mas este é um que podia ser facilmente adotado em novos bairros, por exemplo. Afinal, Terra só há uma e temos que cuidá-la.

 

 

Imagens de capa daqui

Imagens daqui, daqui, daqui e daqui

 

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