A paralisação já causou o fecho de várias escolas em diversos agrupamentos devido à elevada adesão dos assistentes operacionais, essencial para garantir a segurança e vigilância dos alunos. Em muitas escolas que permanecem abertas, verificam-se suspensões de serviços de cantina, atividades de apoio educativo e o funcionamento de bibliotecas.
Sindicatos como a FENPROF emitiram pré-avisos de greve para permitir que os professores de todo o país, incluindo os do Alentejo, participem nos protestos, o que está a resultar em turmas sem aulas mesmo em escolas que não encerraram totalmente.
Além da CGTP, sindicatos como o S.TO.P. e o STAL têm pré-avisos ativos para este dia, reforçando a mobilização na administração local e central.
Centros de saúde, tribunais e serviços administrativos municipais estão a funcionar “a meio-gás”, e a adesão no setor da higiene urbana e outros equipamentos municipais é particularmente elevada.
Sindicatos como o SPZS – Sindicato dos Professores da Zona Sul e o STAL confirmam que várias escolas de 2.º e 3.º ciclos e secundárias na cidade de Évora não abriram as portas devido à falta de funcionários auxiliares. Escolas como a André de Resende e a Conde de Vilalva costumam ser as mais afetadas nestes cenários. O STAL estima que uma “grande parte das escolas do distrito” de Beja esteja encerrada. No concelho de Beja, estabelecimentos como a Mário Beirão e a Secundária Diogo de Gouveia registam habitualmente elevados níveis de paralisação em dias de greve geral.
A mobilização no distrito de Portalegre é descrita como significativa, com o Canal Alentejo a reportar que vários serviços escolares e administrativos municipais estão a funcionar com serviços mínimos ou totalmente paralisados.
