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Ambiente

CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ ESTÁ FORA DE PRAZO

Depois de várias chamadas de atenção, por parte dos ecologistas, acerca do encerramento da Central Nuclear de Almaraz, em Espanha, está marcada uma manifestação, para 11 de junho em Cáceres. Organizada por mais de duas dezenas de organizações portuguesas e espanholas, mais de 150 portugueses já se inscreveram, num protesto que exige o encerramento da central nuclear mais antiga de Espanha ainda em laboração, e que devia ter fechado em 2010.

Depois de várias chamadas de atenção, por parte dos ecologistas, acerca do encerramento da Central Nuclear de Almaraz, em Espanha, está marcada uma manifestação, para 11 de junho em Cáceres. Organizada por mais de duas dezenas de organizações portuguesas e espanholas, mais de 150 portugueses já se inscreveram, num protesto que exige o encerramento da central nuclear mais antiga de Espanha ainda em laboração, e que devia ter fechado em 2010.

Na altura, o governo espanhol prolongou-lhe a vida até 2020, mas as empresas acionistas pretendem que a licença seja renovada por mais 10 anos. Situada a 100 km da fronteira portuguesa, e junto ao maior rio Ibérico, o rio Tejo, a Central Nuclear de Almaraz é propriedade da Iberdrola (53%), Endesa (36%) e da Gas Natural (11%), produzindo o equivalente a 75% de toda a produção de energia elétrica da Estremadura.

As preocupações dos ambientalistas, dos dois lados da fronteira, recaem sobre os riscos associados a uma central fora de prazo e que já sofreu mais de 2.500 avarias. Sendo que, em caso de acidente na central nuclear de Almaraz o território português também será afetado, sobretudo os distritos de Portalegre e Castelo Branco. Por isso, esta manifestação pretende demonstrar que portugueses e espanhóis estão unidos na resolução deste problema, exigindo medidas firmes para que a central seja encerrada no mais curto espaço de tempo.

Imagem daqui.

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