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Saúde

Hospital de Évora poderá servir de “suporte habitacional”

O Governo pediu à administração do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) que apresente, até outubro, um estudo sobre o aproveitamento dos atuais edifícios hospitalares, após o novo entrar em funcionamento, para “suporte habitacional a profissionais de saúde”.

De acordo com a agência Lusa, este é um dos pontos de um despacho assinado pelo secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, publicado em Diário da República.

Este despacho pretende estabelecer “os termos da participação e do envolvimento do HESE no processo de aquisição dos equipamentos médicos a usar” no novo hospital e a sua articulação com a Administração Regional de Saúde (ARS).

O Governo lembra que a atual fase do projeto do novo Hospital Central do Alentejo “requer a intervenção e o envolvimento mais ativo do HESE”, pois “será este que virá a assumir a operação” da nova unidade.

“Na atual fase da obra, torna-se necessário garantir a articulação e a compatibilidade entre esta e os equipamentos a instalar, salvaguardando e garantindo os necessários requisitos para a sua correta utilização futura”, salienta o documento.

Assim, o Governo atribui ao HESE competências para “preparar e executar todo o processo de definição, planeamento, aquisição e instalação dos equipamentos necessários ao seu funcionamento, incluindo as operações inerentes à transferência de serviços e de equipamentos” do atual para o novo edifício.

O futuro hospital, que está a ser construído pela Aciona na periferia de Évora, vai ocupar uma área de 1,9 hectares e está previsto que tenha uma capacidade de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, se necessário, até 487.

Na quinta-feira, em Conselho de Ministros, o Governo aprovou uma autorização de despesa no valor de 204,8 milhões de euros para o projeto em curso, que os governantes esperam que “esteja concluído em 2024”.

 

Fotografia de jn.pt

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