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Évora merece um pólo residencial universitário

Investir tudo nos filhos. Este é o sonho da generalidade dos pais, ou seja, proporcionar as condições necessárias para dar um curso superior aos seus pares. Contudo, olhando para os desafios de contexto atuais, suportar os gastos com a educação é um pesadelo, desde o berçário à universidade, o caminho é conturbado e espinhoso.

Investimento. Onde andas?

Para Portugal crescer como todos nós, cidadãos portugueses, queremos, é necessário investimento. E para termos crescimento é preciso confiança. Historicamente falando, basta pensar que Partido Socialista e boa fama na gestão das contas públicas não é coisa que combina, principalmente, por não existir o bom senso de precaver crises económicas ou choques externos.

E TUDO O ALQUEVA LEVOU

Vivo no Interior do país. Aquele mal-afamado Interior que teima em ser notícia, na grande maioria das vezes, pelas piores razões. Depois ouvimos de atores políticos, a todo o momento, discussões em torno deste tema, quer seja sobre as assimetrias a nível do desenvolvimento económico, quer seja sobre o índice de envelhecimento da população ou mesmo devido à escassez de emprego jovem. Mas resoluções? Até agora, manifestamente insuficientes.

AINDA RESTAM CRAVOS PARA PLANTAR?

No ano em que comemoramos 43 anos sob a revolução de Abril de 74, na qual foi implementado o atual modelo de regime democrático em que vivemos, deve-se destacar a conquista do Poder Local pela efetiva possibilidade de participação das populações nas variadas tomadas de decisão, designadamente, a nível dos órgãos autárquicos.

A GALINHA DOS OVOS DE OURO

Os combustíveis em Portugal são caros. Para isso, basta comparar com outros países europeus e entender que, depois de impostos, temos em média o sexto gasóleo e a sétima gasolina com os preços mais elevados da União Europeia.

Mas, com o fim da revisão trimestral do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), criada no ano passado com o intuito de proteger os automobilistas através da diluição das subidas bruscas no preço dos combustíveis, o consumidor final sai, severamente penalizado, numa altura em que o barril de petróleo custa mais do que custava há um ano.

O FENÓMENO DO ALOJAMENTO LOCAL

Desde há quatro anos até aqui que o número de turistas em Portugal tem vindo a aumentar de forma exponencial, chegando, inclusive, a atingir taxas de crescimento na ordem dos dois dígitos.

OPORTUNIDADES PERDIDAS PARA MOURÃO

Hoje, não podem restar dúvidas que este meu Município não tem conseguido, ao longo dos anos, aproveitar e recriar as oportunidades que foram surgindo (ex.: potencial turístico do Alqueva), mas pior, não soube atrair investimentos, diferenciando-se e explorando corretamente as suas potencialidades.

Não foi assim durante os mais de 20 anos ininterruptos de governação socialista à frente das lides do Município. E durante muito tempo, não foi a falta de dinheiro que ditou um rumo poeirento para o Concelho, mas sim as opções politicas tomadas pelo próprio PS.

AS LIDERANÇAS DO FUTURO

É nos dias que correm que assistimos a um declínio e inflexão do crescimento económico, e prova disso mesmo é a estagnação da produção de riqueza “per capita” nos países desenvolvidos.

Várias foram as tentativas de equilibrar o estado deste contexto contemporâneo, contudo nenhuma polÍtica tem obtido o sucesso que almejava. Será que estamos a atingir o limite do paradigma produtivo ao qual nos fomos habituando? Eu diria que sim, que estamos prestes a assistir a um gigantesco salto tecnológico rumo a uma nova revolução industrial.

O CRESCENTE FUNDAMENTALISMO LAICO

Estamos prestes a concluir mais uma época estival. Vem aí o regresso aos hábitos diários, à rotina instalada pelas circunstâncias, à cadeira de secretária com a mesma disposição de sempre e à azáfama das compras do material escolar para o inicio do ano letivo.

Para trás, ficou amarrado, em modo pausa, o conjunto de inquietações e preocupações que muitos enfrentam. Contudo, há um episódio que me ficou cravado na memória, um daqueles que a comunicação social adora mexericar e repetir durantes os períodos noticiosos.

A CAIXA: E AGORA?

Parece claro que, ao longo dos anos, o senso comum e a responsabilidade social no exercício de funções na Caixa Geral de Depósitos foram características, eufemisticamente imputadas a “ninguém”. Melhor dizendo e já em último grau, ao contribuinte português.

Os erros no banco foram tendo efeitos retroativos e acumulativos, fruto da ingerência nos negócios protagonizados ao longo dos anos. Para que conste, e como um arauto da ruindade das contas do banco, de 2011 a 2015, os prejuízos apresentados atingiram quase os 2 mil milhões de euros.

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