No primeiro trimestre de 2022, a Galp e a BP registaram lucros históricos impulsionados por margens de refinação elevadas e pelo aumento dos preços do petróleo, contrastando com o impacto nos consumidores, onde os combustíveis ultrapassaram os 2€/litro. A situação desencadeou medidas governamentais como a redução do ISP e a introdução de taxas sobre lucros excessivos para mitigar o custo de vida.
Enquanto a Galp viu os lucros líquidos aumentarem 500% para 155 milhões de euros, o período foi marcado pela subida de preços dos combustíveis e instabilidade global, gerando fortes críticas sociais.
A Repsol seguiu a mesma tendência da Galp e da BP, apresentando resultados recorde no arranque de 2022. Os lucros da petrolífera espanhola dispararam 153,8% no primeiro trimestre desse ano, atingindo os 929 milhões de euros.
