O setor hoteleiro português antecipa um verão de 2026 com queda significativa, com metade dos empresários a prever taxas de ocupação inferiores às do ano anterior, impactado por uma quebra de 10 pontos percentuais no mercado nacional, segundo inquérito da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP). Apesar do pessimismo e da quebra no mercado interno e brasileiro, a AHP aponta para um adiamento nas reservas e destaca o crescimento dos mercados alemão e britânico.
Regionalmente, o Alentejo e o continente registam um ritmo lento de reservas abaixo dos 30% para agosto, contrastando com a Madeira e os Açores, que lideram a ocupação acima de 50%. Os hoteleiros citam ainda o aumento dos custos operacionais e problemas nos aeroportos como principais entraves para a época balnear.
