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Educação

Curso da Universidade de Évora tem a maior taxa de desemprego

Não sendo novidade que os cursos de Medicina e de Engenharia são os que apresentam maior taxa de emprego, talvez o seja que o curso de Arquitetura da Universidade de Évora tivesse sido aquele que, entre os alunos diplomados no ano letivo de 2015/2016, teve a maior taxa de desemprego, segundo dados do portal Infocursos.

O curso de Arquitetura da Academia alentejana apresenta uma taxa de desemprego de cerca de de 30,3%, o que representa que dos 33 diplomados, 10 estavam registados em 2017 como desempregados no IEFP — Instituto de Emprego e Formação Profissional – os números são obtidos através do rácio entre os recém-diplomados do curso registados como desempregados versus o número total de diplomados.

No pódio que ninguém quer seguem-se cursos de Comunicação Multimédia do Instituto Politécnico da Guarda com uma taxa de desemprego de 22,1% – dos 61 diplomados, 13 não emprego no espaço de um ano – e o curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação de Bragança. Nota para que no top dos desempregados o curso de Arquitetura tem um destaque notório

Entre os cursos com maior empregabilidade, há 31 cursos no país – 21 de universidades públicas – com taxa de desemprego zero, considerado também que estudantes que tenham emigrado, e que possam até estar desempregados no estrangeiro, ou que não se tenham inscrito no IEFP, estão fora das estatísticas disponíveis.

Com Medicina a liderar este ranking – na Universidade de Lisboa, Nova de Lisboa, Coimbra, Porto, Beira Interior e Minho – as engenharias também se mostram fortes com os cursos de Engenharia de Materiais e o de Micro e Nanotecnologias (da Universidade Nova de Lisboa); Engenharia Física na Universidade do Porto; e Engenharia Informática na Universidade de Aveiro a completarem a lista onde todos querem estar.

 

As candidaturas ao Ensino Superior terão início na próxima semana, a 18 de julho e os resultados só serão conhecidos em setembro.

 

 

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