Tribuna Alentejo
falso-nove
Cultura

Arronches recebe primeiro festival dedicado à arte, cultura e música

A 1.ª edição do Festival de Arronches, promovida pela Associação Portuguesa das Artes e da Cultura (APAC), vai decorrer entre sexta-feira e sábado, juntando a literatura, a arte contemporânea e a música.

O evento, que envolve mais de 30 artistas, tem o objetivo de unir o melhor da produção artística nacional com as raízes culturais locais.

Em declarações à agência Lusa, Ana Luísa Januário, da APAC, explicou que a associação escolheu desenvolver este festival em Arronches porque uma das suas missões passa pela “descentralização da cultura” pelo país.

O evento, que conta com o apoio do município, vai contar a partir de sexta-feira com uma exposição de arte contemporânea de artistas portugueses emergentes no Convento de Nossa Senhora da Luz.

Esta mostra, segundo a organização, vai estar depois patente ao público até ao dia 27 de outubro.

No decorrer do festival vão também ser desenvolvidos, a partir das 10:00, workshops de arte, que englobam modelação de argila, construção de mosaicos, desenho a carvão, entre outras áreas, no Convento de Nossa Senhora da Luz, no Centro Cultural de Arronches e em espaços ao ar livre.

“Depois vamos ter banquinhas com a Livraria Inculta, que é uma livraria de autores de língua portuguesa, vamos ter livros em segunda mão e vamos ter também, no dia 07 (sábado), um mercado de troca de roupa em segunda mão em bom estado (Mercado de Trocas Let’s Swap), no jardim do Fosso”, explicou a responsável.

Na sexta-feira, a partir das 19:00, a Ermida do Rei Santo em Arronches vai também acolher concertos com Maia Balduz, Marta Lima, Falso Nove, The Quinces e MdM.

No sábado, estão agendados, a partir da mesma hora, concertos com Bela Noia, Mordo Mia e Coin Flippers, no jardim do Fosso.

Após os concertos estão também anunciadas duas “after party”.

A APAC é uma entidade dedicada a promover e a apoiar o desenvolvimento das artes e da cultura em Portugal, tendo como missão contribuir para a descentralização e democratização do acesso à cultura.

 

Fotografia de amensagem.pt

Artigos relacionados

Câmara de Évora tranquiliza CENDREV, lembrando que em 2025 a autarquia apoiou aquela companhia em mais de 800 mil euros

Redação Alentejo

Sines devolve Igreja de Nossa Senhora das Salas ao público, após restauro de dois anos

Redação Alentejo

11 anos voltam as Festas do Povo de Campo Maior, Património da Humanidade

Redação Alentejo

Elvas vai recuperar o seu maior paiol, erguido no século XVII, na Guerra da Restauração

Redação Alentejo

“Beja na Rua” transforma o centro histórico da cidade num palco de verão

Redação Alentejo

Jovens bailarinas de Beja vão bater-se com elite europeia de dança

Redação Alentejo