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ALQUEVA É O NINHO DA ÁGUIA-PESQUEIRA

Um projeto iniciado há 5 anos começa agora a dar resultados visíveis e as águias pesqueiras estão de volta ao Alentejo, sendo a bacia do Alqueva o seu novo local de nidificação. Vinte anos após a última reprodução com êxito em solo nacional, voltaram a nascer duas crias de águia-pesqueira em Portugal graças ao projeto de reintrodução da espécie, desenvolvido pelo CIBIO-InBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, que é financiado pela EDP.

Um projeto iniciado há 5 anos começa agora a dar resultados visíveis e as águias pesqueiras estão de volta ao Alentejo, sendo a bacia do Alqueva o seu novo local de nidificação.  Vinte anos após a última reprodução com êxito em solo nacional, voltaram a nascer duas crias de águia-pesqueira em Portugal graças ao  projeto de reintrodução da espécie, desenvolvido pelo CIBIO-InBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, que é financiado pela EDP.

As primeiras 56 águias juvenis a serem reintroduzidas vieram da Suécia e da Finlândia. Depois de um tempo de adaptação, aprenderam a voar e foram libertadas nas margens do Alqueva. Em seguida, migraram para o norte de África regressando ao local de “nascimento” logo que atingiram a idade adulta, tendo por objetivo a reprodução.

Foi há apenas alguns dias que os investigadores responsáveis pelo Projeto de Reintrodução da Águia-pesqueira em Portugal tiveram a confirmação que mais esperavam: duas aves libertadas pelo grupo na zona da albufeira do Alqueva nidificaram no mesmo território e conceberam as primeiras crias da espécie ameaçada a nascer em Portugal desde 1996.

Com a recente renovação da parceria entre o CIBIO-InBIO e a EDP, o projeto de reintrodução da espécie em Portugal vai agora entrar numa nova fase. O melhoramento do habitat, viabilizado por mais três anos, permitirá atrair quer as aves libertadas em Portugal, quer as provenientes da reintrodução em Espanha (Andaluzia e País Basco), ou ainda as que se encontram em trânsito migratório por Portugal. Os investigadores procuram também assegurar uma monitorização eficaz dos retornos, nidificações e reproduções, a par da divulgação e sensibilização pública.

Imagem daqui.

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