Tribuna Alentejo
copy_of_78_ta_5
Alentejo Central

Accionistas da Embraer aprovaram hoje fusão com a americana Boeing

Os acionistas da Embraer aprovaram hoje, terça-feira, 26 de fevereiro, o acordo entre a empresa brasileira e a Boeing, durante uma assembleia geral extraordinária. A aprovação da fusão da Embraer com a Boeing mereceu 96,8% dos votos dos accionistas, o que estabelece uma joint venture – empreendimento conjunto – composta pelas operações de aeronaves comerciais da Embraer.

Segundo a revista Veja, a aprovação é uma das últimas etapas antes da conclusão do negócio, que ainda precisa ter o aval de órgãos de defesa da concorrência de Brasil e Estados Unidos. Só depois dessas autorizações é que a parceria entrará em vigor. A previsão é que isso ocorra até o fim deste ano.

A Boeing deterá 80% da nova empresa e a Embraer, os 20% restantes. A transação avalia as operações de aeronaves comerciais da Embraer em 5,26 bilhões de dólares (aproximadamente 19,7 bilhões de reais) e contempla um valor de 4,2 bilhões de dólares (15,7 bilhões de reais) pela participação de 80% da Boeing na associação.

Há seis anos instaladas em Évora, as fábricas da Embraer surgiram de um investimento de cerca de 180 milhões de euros e fábricas de última geração e com alta produtividade, especializadas em estruturas metálicas e materiais compósitos.

Imagem de capa de aeroflap.com.br

 

Siga o Tribuna Alentejo no  e no Junte-se ao Fórum Tribuna Alentejo e saiba tudo em primeira mão

 

 

Artigos relacionados

Comboio abalroa camião em passagem de nível em Alcáçovas

Redação Alentejo

Pro-Évora contesta colocação de mupis na cidade. Autarquia defende que são apoio ao comércio tradicional e que cumprem todas as regras

Redação Alentejo

Regimento de Cavalaria N.º 3 celebra em Estremoz os seus 319 anos

Redação Alentejo

Plano de Urbanização de Évora em discussão pública

Redação Alentejo

Évora: GNR age contra o relógio e salva idoso desaparecido durante a noite e que se encontrava inanimado

Redação Alentejo

Doentes de Évora continuam desviados para Lisboa devido a bloqueio na radioterapia. Impasse dura há 3 meses e ULS não se compromete com datas

Redação Alentejo