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A VOZ DOS SEM VOZ

Vivemos numa sociedade mediatizada, onde tudo o que se faz é dado a conhecer ou através dos meios de comunicação social ou por qualquer outro suporte de difusão de informação, sendo a internet um dos canais mais privilegiados, designadamente através da disseminação e partilha de informação em redes sociais.

FRAGILIDADES SOCIAIS

Apesar da luta contra a pobreza e exclusão social estar no centro da “Estratégia para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo”, preconizado pela Europa 2020, os países da UE estão longe de atingir a meta 2020: “retirar 20 milhões de pessoas da pobreza e da exclusão social”.

Embora, a maioria das pessoas, ao longo da vida, experimente mais de um tipo de exclusão, a característica mais comum entre os socialmente excluídos é o abandono escolar precoce.

A ARTE DE VIVER COM UM SORRISO RASGADO

Quando o ritmo do dia-a-dia parece não abrandar e a tendência é aumentar, eis que estão reunidas as condições ótimas para parar e efetuar um balanço de vida.

Um agradável ponto de partida, para meditação, é tomar consciência do caminho que já percorremos e o que nos resta cumprir, até ao merecido descanso.

Para tornar a reflexão mais impessoal e tendo como referencial a idade da reforma, lanço o seguinte desafio para análise: caso genérico de um individuo que termine o curso superior e comece a efetuar descontos aos 26 anos de idade.

ONDE É QUE EU JÁ VI ISTO!?

Segundo os entendidos e ao que parece, a economia europeia foi a que começou pior o ano de 2016, com uma queda de 23% em relação aos 13% do período homólogo.

No olho do furacão surge o Deutsche Bank, depois de um analista do Credit Sights ter colocado em causa a capacidade da instituição para reembolsar as obrigações convertíveis de capital contingente (conhecidos como CoCos). O que levou as ações do banco alemão a afundarem mais de 9%, obrigando a instituição a emitir um comunicado, pouco habitual, para assegurar que tem forma de cumprir as suas obrigações.

PULAR A PRÓPRIA SOMBRA

A última década confirmou, se dúvida houvesse, que somos governados em modelo de lotaria: enquanto um punhado deles ganham, milhões perdem.

Para ilustrar esta ideia, aludo às dezenas de mil milhões de euros que têm sido injetados na banca, à custa dos milhões de contribuintes que perdem pagando por tamanha desfaçatez.

E, por mais que me expliquem não consigo entender os porquês e os para quês, se o deficit continua a aumentar e a “coisa” teima em não melhorar.

CONCILIAR A EMOÇÃO E A RAZÃO

Os ambientes educacionais são lugares comuns de ações e reflexões, sustentados em pensamentos, emoções e sentimentos que fluem, provocados pela convivência de uns com os outros.

O sentir e o pensar são duas formas complementares de se compreender, decifrar e interpretar a realidade. Uma envolve o âmbito cognitivo e a outra o afetivo- emocional. Contudo, ambas concorrem para o ato de conhecer. O sentir, o pensar e o agir traduzem diferentes dimensões da identidade humana e da formação de carácter.

QUE 2016 NOS TRAGA MENOS IDIOTAS

À Luz dos nossos dias, a palavra idiota está associada a um significado depreciativo para caracterizar uma pessoa que se mostra incapaz de coordenar ideias, que manifesta estupidez.

Popularmente, um idiota é um indivíduo tolo, imbecil, estúpido, parvo, pateta, ou seja, desprovido de inteligência e de bom senso.

UM BREVE CONTO DE NATAL

Era uma vez um Natal igual a tantos outros. E como noutros, não muito distantes, sempre se insistia em abrir corações, em unir a famílias, em relembrar os nossos valores imbuídos pelo espírito natalício.

FORTALECER OS DIREITOS HUMANOS, O DESAFIO DO SÉCULO

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade". Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

ENTRE O MEDO E A INDIFERENÇA

A época que testemunhamos é caracterizada pelo medo. Mas, o mais enigmático, para não dizer incompreensível, é que vivemos um período relativamente seguro, feliz e próspero.

Todavia, somos atormentados pela fragilidade da atual conjuntura, que determina condições de incerteza prolongada, numa sociedade altamente individualizada, em que se presume que cada indivíduo seja responsável pelo seu próprio destino.

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