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QUE 2016 NOS TRAGA MENOS IDIOTAS

À Luz dos nossos dias, a palavra idiota está associada a um significado depreciativo para caracterizar uma pessoa que se mostra incapaz de coordenar ideias, que manifesta estupidez.

Popularmente, um idiota é um indivíduo tolo, imbecil, estúpido, parvo, pateta, ou seja, desprovido de inteligência e de bom senso.

UM BREVE CONTO DE NATAL

Era uma vez um Natal igual a tantos outros. E como noutros, não muito distantes, sempre se insistia em abrir corações, em unir a famílias, em relembrar os nossos valores imbuídos pelo espírito natalício.

FORTALECER OS DIREITOS HUMANOS, O DESAFIO DO SÉCULO

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade". Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

ENTRE O MEDO E A INDIFERENÇA

A época que testemunhamos é caracterizada pelo medo. Mas, o mais enigmático, para não dizer incompreensível, é que vivemos um período relativamente seguro, feliz e próspero.

Todavia, somos atormentados pela fragilidade da atual conjuntura, que determina condições de incerteza prolongada, numa sociedade altamente individualizada, em que se presume que cada indivíduo seja responsável pelo seu próprio destino.

O TEMPO, O ESPAÇO E O SILÊNCIO.

O nosso quotidiano desenvolve-se a um ritmo acelerado e encontra-se superpovoado por excesso de informação e ruído.

Inundamos toda a nossa existência com frivolidades e acabamos por ter pouco tempo para realizar os nossos sonhos ou simplesmente contemplar a vida tal como ela é.

NÓS, AS PESSOAS…

Todos os sistemas políticos, passados e presentes, parecem sofrer de avareza e abuso de poder, contudo, a democracia é o único regime político capaz de proporcionar e valorizar a dignidade da pessoa humana.

O PRAGMATISMO DO PARADIGMA DEMOCRÁTICO

A arte da política tem como bem tangível o benefício e o bem-estar coletivo. Mas, será que todo aquele que se entrega à política procura o bem comum? Contribui para o bem-estar coletivo? No contexto retórico sim, na realidade não.

A práxis humana diz-nos que o conceito de política está intimamente vinculado com a disputa do poder pela conquista do conjunto de instituições por meio das quais esse poder se exerce.

ENTRÁMOS NA SEMANA DO ESQUECIMENTO GLOBAL

Perante a massificação de uma propaganda do esquecimento os malefícios da austeridade não passam, agora, de uma mera ilusão. Para além disso, há, também, uma intensa disputa para relegar ao esquecimento os verdadeiros responsáveis pelo estado a que isto chegou.

A ABRIR BURACOS DESDE MEADOS DO SÉCULO IX

A humanidade afirma-se pela inteligência, contudo, não tem sido capaz de adotar comportamentos responsáveis que almejem o desenvolvimento humano sem que seja colocado em risco a sustentabilidade ambiental do nosso planeta.

Hoje, dia 16 de setembro, assinala-se o “Dia Mundial para a Preservação da Camada do Ozono”, comemoração que tem por objetivo alertar para a destruição da camada de ozono e incentivar a procura de soluções para a proteger.

MENTIRA À LA CARTE

Garantidamente que uma boa parte dos eleitores não acredita nesta democracia e decide não votar pela mesma razão: a mentira é o prato do dia.

Nesta linha de raciocínio, a apatia da população para a política resulta da resposta condicionada que a maioria destes indivíduos desenvolveu face à mentira, à falsidade ideológica, à ocultação de informações que predominam no discurso político e face às publicações enganosas, informações incompletas e tendenciosas difundidas por profissionais da comunicação social através da televisão, rádio e imprensa.

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