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CRIANÇAS E JOVENS: OS FIADORES DA DÍVIDA PÚBLICA

Atualmente, o Estado Português deve aos credores um valor superior a 200 mil milhões de euros. Quem vai pagar esta dívida? Aqueles que ainda estão por nascer, as crianças e os jovens. É sobre eles que recai, verdadeiramente, a garantia de pagamento. A dívida pública é um fardo que estão a colocar às costas dos nossos filhos, netos e bisnetos...

Mas, como se isso não bastasse, são as crianças e jovens os que mais sofrem e que mais são afetados pelo risco de pobreza. Foram pelo menos 500 mil as crianças e jovens que perderam o direito ao abono de família entre 2009 e 2012 e muitas outras viram o seu valor ser reduzido. Consequência das medidas de austeridade, que também arrastou mais 35 mil crianças para uma situação de carência alimentar.

A MUDANÇA É UMA CERTEZA QUE O FUTURO NOS RESERVA

Mudanças forçadas ou forçosas, sejam elas benéficas ou não, resultam sempre de atitudes impelidas por premência ou por inevitabilidade. A mudança sempre existiu e sempre advirá. O que não podemos é permanecer acomodados perante a necessidade de mudar. Mudar é dizer sim ao novo mas, fundamentalmente, dizer não ao antigo, ao injusto. 

ESTAR ERRADO E NÃO MUDAR É MUITO PIOR QUE EMENDAR O ERRO

A manipulação estatística pura e simples, consubstanciada através de uma interpretação fantasiosa, aliada à propaganda pura e dura, adornada de mentira, permitiu e fundamentou a aplicação de uma dose excessiva de austeridade ao povo português, o que, para além de censurável, revela os contornos de malvadez determinados pela execução do programa ideológico, predominante na união europeia, de empobrecimento de uns (muitos) e o enriquecimento de outros (poucos).

NO DIA 1 DE MAIO CELEBRÁMOS O DIA DO TRABALHADOR?

O 1º de maio, além de ser um dia de folga e descanso, representa muito mais do que um mero feriado inserido no calendário nacional. Esta data comemorativa remete para uma reflexão profunda sobre os direitos adquiridos, senso de cidadania e união popular.

À GUISA D'ABRIL

A liberdade é como ar
Húmido e quente
Em intrépido movimento
É livre como o vento
Que passa e se sente
Sem saber de onde veio
Sem saber para onde vai

GERAÇÕES ABANDONADAS PELA POLÍTICA

A maioria das pessoas da minha geração está afastada da política. Muitas razões poderiam ser aqui referidas, contudo, parece prevalecer a ideia de que a política se desvinculou de nós e que, na generalidade, somos desconsiderados no contexto do calculismo dos atos eleitorais, marginalizados pelo foco implacável dos principais partidos políticos.

No entanto, a maioria destas pessoas está preocupada com o seu futuro e isso é tudo o que importa para mudar o rumo dos acontecimentos, o rumo das opções políticas, enfim, o rumo do quotidiano das nossas vidas e transmitir esperança às próximas gerações.

Precisa-se uma imprensa que faça as perguntas certas!

Beneficiamos hoje do resultado das inovações tecnológicas e das suas múltiplas e variadas aplicações na área das comunicações, que determina e caracteriza a chamada era da sociedade da informação que atravessamos.

E é justamente por vivermos entranhados nesta era da informação, que nos mantém ligados à “máquina informacional” 24 horas por dia, que acabamos por permitir que este avanço tecnológico atue como instrumento da recapitalização do capitalismo.

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