Tribuna Alentejo
cowork-2048x1160
Negócios e Empresas

Marvão inaugura Cowork Transfronteiriço no Centro de Inovação Turística do Tejo Internacional

Foi inaugurado este sábado, no concelho de Marvão, um novo espaço de Cowork Transfronteiriço, instalado no Centro de Inovação Turística do Tejo Internacional (CITTI). A infraestrutura destina-se a nómadas digitais, empreendedores e profissionais independentes, oferecendo condições de trabalho partilhado junto à fronteira entre Portugal e Espanha.

O espaço está equipado com dez postos de trabalho individuais, uma sala de reuniões com capacidade para 20 pessoas, área para networking e eventos, copa, instalações sanitárias e recursos audiovisuais. A cerimónia de inauguração contou com a presença de autarcas portugueses e espanhóis, incluindo representantes de Cáceres e de Valencia de Alcántara.

Segundo o presidente da Câmara de Marvão, Luís Vitorino, a localização estratégica e singular do CITTI constitui uma mais-valia para a cooperação transfronteiriça. O autarca adiantou ainda que o centro dispõe de um restaurante já preparado, aguardando apenas a abertura de concurso para exploração. O projeto foi desenvolvido pelo Município de Marvão e financiado pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP), num investimento próximo dos 20 mil euros.

 

Imagem de radioportalegre.pt

Artigos relacionados

TEKEVER é a 3ª startup de defesa mais valiosa da Europa com avaliação de 6,4 mil milhões de dólares

Redação Alentejo

Porto de Sines quer ter uma Zona Franca com limitação de impostos para ser mais competitivo a atrair empresas

Redação Alentejo

Porto de Sines é uma das mais importantes portas de entrada e saída de mercadorias para a Europa, diz novo estudo da “Prime Mile”

Redação Alentejo

EDIA contrai novo empréstimo de 5,27 milhões de euros para pagar energia

Redação Alentejo

Alentejo coloca 7 iguarias da charcutaria tradicional nas melhores 20 portuguesas, segundo a prestigiada listagem do TasteAtlas

Redação Alentejo

Beja: projeto para “maior centro de cultivo de canábis da Europa” esfumou-se e deixou buraco de 8,5 milhões de euros

Redação Alentejo