A Ervideira conquistou três medalhas de ouro no Concurso Mundial de Bruxelas com os vinhos Conde D'Ervideira Reserva Branco, Conde D'Ervideira Reserva Tinto e Vinha D'Ervideira Tinto.
Em comunicado, a empresa refere que o Conde D'Ervideira Reserva branco, “o mais medalhado de toda a história da empresa, é feito exclusivamente a partir da Casta Antão Vaz, com origem nas vinhas Ervideira, localizadas na Vidigueira, onde os solos são pobres de xisto, e que permitem enraizamento a mais de cinco metros, o que traz uma mineralidade diferenciadora”.
Já o Conde D'Ervideira Reserva Tinto e o Vinha D'Ervideira – Vinho da Família Tinto “têm origem maioritariamente nas vinhas de Reguengos, com solos predominantemente de Granito, que dão mais estrutura e corpo”.
A mesma fonte adianta que estes vinhos são feitos em Reguengos de Monsaraz, pelas mãos do enólogo Nelson Rolo e pela 4.ª e 5.ª geração da família, “que aperfeiçoam a arte do vinho desde 1880”.
Duarte Leal da Costa, Diretor Executivo da Ervideira, afirma que “a Ervideira se tem vindo a destacar, acima de tudo, pelos seus brancos, por serem estes os que mais notoriedade apresentam no mercado”.
Contudo, segundo o responsável, “quando os seus tintos vão a concurso, estes veem os seus créditos bem reconhecidos, comprovando que a Ervideira não produz ‘apenas’ grandes brancos, mas sim grandes vinhos”.
Além disso, o gestor adianta que existe uma “característica diferenciadora” que estes vinhos têm em comum: “todos eles são estagiados em Barricas de Carvalho Húngaro, o que tem conferido à Ervideira uma linha de vinhos de elegância e grande longevidade”.
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