“QUEM É QUEM” a rubrica de entrevista aos cabeças de lista que concorrem pelos Círculos Eleitorais de Portalegre, Évora e Beja nas Legislativas 2015.
TRIBUNA ALENTEJO (TA) – Porque é que se candidata à Assembleia da República?
Licínia Ramos dos Santos (LRS) – O país necessita de mudança, dessa forma olhando para os ideais que o partido segue e ao qual me insiro, sei que estou no caminho certo para fazer a mudança.
Essa é a razão principal.
TA – Que diferenças existem entre esta candidatura e as restantes?
LRS – Não poderei falar pelas outras candidaturas pois, o que vejo e tenho visto.
TA – No seu entender, quais são os pontos fortes do Alentejo?
LRS – A agricultura, a própria localização da região.
TA – E os fracos?
LRS – Falta de exploração, investimento e desenvolvimento da região.
TA – Ainda se justifica utilizar os termos “esquerda” e “direita” em política?
LRS – Penso que não. No meu entender para levar o país para a frente deveria haver uma união partidária com ideias iguais.
TA – Portugal virado para a Europa e para a União Europeia, ou não?
LRS – Sim.
TA – Regionalização: sim ou não?
LRS – Sim.
TA – Se pudesse fazer um só projeto pelo seu círculo eleitoral, qual seria?
LRS – Tenho que falar sobre a minha região, neste caso Beja.
Beja tem um potencial enorme para ser desenvolvido, acontece que nos últimos anos não se tem verificado qualquer mudança, desenvolvimento. A população é essencialmente envelhecida, não há atividades tanto a nível cultural como de divertimento na cidade que possa chamar população.
Temos um aeroporto que não está em funcionamento, ao qual daria um grande desenvolvimento á cidade.
Não há trabalho, existe um projeto de construção de um espaço comercial que nunca chegou a arrancar. Esta na altura de meter em prática esse projeto, pois além de colocar na religião grandes marcas comerciais, daria imensos postos de trabalho e mais uma vez seria um ponto de atração para beja.
TA – Como vê o Alentejo em 2020?
LRS – Tenho fé que com o nosso esforço e dedicação o Alentejo seja uma região atrativa e muito mais devolvida, não só para o Turismo como para desenvolvimento económico.
O Alentejo tem potencial e acredito que seremos capaz de realizar um excelente trabalho com futuro.

