Tribuna Alentejo
vespa_asia
Ambiente

Já há armadilha para a vespa-asiática

Já há armadilha para a vespa-asiática e funciona com o velho truque do cavalo de Tróia. Esta armadilha foi desenvolvida em por cientistas, em Portugal, e espera-se que destrua os ninhos de vespas-asiáticas que se têm propagado pelo território nacional.

Como TA já revelou por diversas vezes, a a vespa asiática – ou velutina – tem 5 vezes mais veneno do que uma vespa normal, propaga-se com muita facilidade, e representa uma ameaça para os apicultores por ser predadora, matando os enxames de abelhas comuns e impedindo a polinização e a produção de mel, mas é também uma ameaça para a saúde pública, pois são muito agressivas, sendo capazes de fazer perseguições superiores a uma centena de metros e 20 a 25 picadas desta espécie são suficientes para matar um adulto saudável e não alérgico.

Mas agora há um antídoto eficaz para evitar a sua reprodução e propagação: a colocação de umas pequeníssimas esferas vermelhas perto das colmeias das abelhas. Estas pequenas esferas vermelhas – composta por polissacarídeos, bem como proteínas animais (com fígado de bovino ou carne de aves) e aromas (como óleo de camélia), que atraem a vespa-asiática. No entanto, essa pequenas bolas – de 4mm – são compostas por um biocida que matará as vespas dentro do ninho, um cavalo de Tróia. O fato de serem vermelhas deve-se a imitar o tórax de uma abelha que, após ser caçada pelas vespas, estas cortam-lhes as pernas, asas e cabeça e levam o tórax para o ninho.

Estas esferas foram uma invenção dos cientistas do Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, e vão agora ser testadas em céu aberto.

 

Imagem de medium.com

Siga o Tribuna Alentejo no  e no Junte-se ao Fórum Tribuna Alentejo e saiba tudo em primeira mão

Artigos relacionados

Fogo em Beja mantém-se activo junto a Guarita Nova

Redação Alentejo

Alterações climáticas severas e novo aeroporto ameaçam acesso à água em Setúbal nos próximos anos

Redação Alentejo

Com o plano de energias renováveis do Governo, o Alentejo vai ficar “a ver os painéis”, defende o LIVRE

Redação Alentejo

Transvaze de água do Tejo para o Guadiana estudado pela CCDR Alentejo para aumentar regadio em 50 mil hectares. Ambientalistas contestam

Redação Alentejo

Quase 400 operacionais combatem incêndios no Alentejo

Redação Alentejo

DGS lança alerta sobre poeiras vindas do Norte de África. Alentejo vai ser particularmente afetado

Redação Alentejo