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“Beja Horrível” aterroriza Bedeteca de Beja

A Bedeteca de Beja acolhe, a partir de hoje, sexta-feira, a 2.ª edição do Beja Horrível, com uma programação cultural dedicado ao género do terror no cinema, na literatura e na banda desenhada.

Segundo a Bedeteca de Beja, citada pela agência Lusa, o Beja Horrível – Noites de Terror na Bedeteca ocupará a Casa da Cultura durante três dias, mas há quatro exposições de banda desenhada que ficam patentes até ao final do ano.

Uma das exposições é dedicada ao autor brasileiro Júlio Shimamoto, de 85 anos, com uma longa carreira na BD e que é considerado um mestre nas narrativas sobre samurais, artes marciais e histórias de terror.

A Casa da Cultura vai ainda acolher uma exposição da autora portuguesa Rita Alfaiate, autora de “Neon” ou “O caderno da Tangerina”, ambos pela Escorpião Azul, e do autor britânico Andrew Smith, radicado em Portugal, baseada no livro “Lobisomem e outros mitos”, editado em 2023 pela Chili com Carne.

A estas três exposições junta-se ainda uma coletiva “Zona Negra”, com obras de mais de duas dezenas de desenhadores e artistas, numa iniciativa da associação Tentáculo.

Durante os três dias do Beja Horrível, a Casa da Cultura terá um mercado dedicado ao livro de terror e ao fantástico, com a presença das editoras Escorpião Azul e Sendai e da associação Tentáculo.

Na sexta-feira e no sábado à noite serão exibidos dois filmes, ambos com entrada gratuita: “O gabinete do Dr. Caligari” (1920), de Robert Wiene, e “Moloch” (2022), de Nico van den Brink.

Alguns autores marcam presença para conversas com o público, nomeadamente Osvaldo Medina, que se prepara para publicar uma nova banda desenhada, “Fojo”, Rita Alfaiate, Andrew Smith, Fil, Filipe Duarte e Marco Fraga da Silva, a propósito da revista Zona, da Tentáculo, e ainda o divulgador João Morales.

 

Fotografia de bongop-leituras-bd.blogspot.com

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