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A semana de Trump

Esta será sem dúvida uma das mais marcantes semanas para Donald Trump.

Já começou com a reunião do G7 que fica marcada pela pressão dos restantes membros ao Presidente dos Estados Unidos na questão das taxas comerciais.

Desde o  Canadá, um dos países mais tolerantes do Mundo até à toda poderosa Alemanha, todos concordam na necessidade da urgente revisão de uma das mais recentes medidas de Trump: o aumento exponencial das taxas comerciais.

Direito a escolher

“Sou contra a eutanásia porque sou contra a opção de uma pessoa pôr termo à sua vida”. Este é um dos argumentos apontados por uma das manifestantes à porta da Assembleia da República no dia em que foram discutidas as propostas de lei para a despenalização da eutanásia.

Tal como tinha escrito em crónica anterior, este tipo de argumento (somado ao argumento “não matem os velhinhos” e ao “a eutanásia mata”) apenas vieram toldar toda a discussão necessária ao tema da eutanásia em Portugal.

O Socialismo que o País precisa

No rescaldo do Congresso do Partido Socialista que decorreu este fim-de-semana na Batalha muitos foram os receios de se assistir a mais um desfile de elogios pelo trabalho desenvolvido, algo que sucede em todos os Congressos, independentemente da cor política.

No entanto, vozes não dissonantes mas construtivas fizeram-se ouvir e, mais que tudo, puseram os militantes a pensar no socialismo que o País precisa.

A desinformação corrói

Há dias o CDS Almada fez sair um cartaz com o seguinte alerta: “a Eutanásia mata!” alertando para algo que todos sabemos e que acabou por se tornar uma campanha que se destacou pela negativa e que levou o próprio Partido a afastar-se dela.

Perdeu-se aqui uma boa oportunidade para discutir seriamente um tema que irá ser discutido e votado na Assembleia da República.

20 anos à espera

Assinalaram-se esta semana 20 anos da entrada em vigor da lei que prevê a obrigatoriedade da criação de acessibilidades em edifícios e ruas para pessoas portadoras de deficiência ou com dificuldade de movimentos.

A referida lei previa o prazo de 10 anos para a implementação das acessibilidades naqueles edifícios, sendo que findo esse prazo as entidades responsáveis seriam devidamente autuadas.

44 anos de liberdade

Esta semana assinala-se o 44º aniversário do 25 de Abril. Numa altura em que se celebra a liberdade é importante analisarmos em que estado se encontra a nossa liberdade actualmente.

Numa era em que é cada vez mais fácil expressarmo-nos, não deixa de ser curioso que quase todos de nós já tenhamos sido alvo de um tipo de censura que vem não do Estado, mas da ditadura do politicamente correcto.

Rara é a semana em que não surge uma polémica sobre algo que alguém, usando da sua própria liberdade, a vê restrita pela equipa do politicamente correcto.

O arrancar de mais uma Guerra

Este fim-de-semana o Mundo acordou com a notícia do ataque coordenado dos EUA, do Reino Unido e de França na Síria, sendo este ataque apresentado como resposta ao ataque com armas químicas que foi ordenado por Bashar Al Asad e vitimou centenas de inocentes.

Muitas vozes já vieram afirmar e com alguma razão, que por detrás deste ataque está uma tentativa de fazer frente à Rússia na questão do Médio Oriente.

Em tempos falei nestas crónicas do perigo que seria ter Donald Trump a coordenar operações militares.

30 segundos de loucura

Há tempos, num filme, vi uma referência à importância de, em alguns momentos na nossa vida, termos 30 segundos de loucura.

A personagem em questão sublinhava que, em determinados momentos, temos que perder o medo e arriscar sem pensar muito no que seria se tomássemos certa decisão.

Foi de facto algo que me deixou a pensar e que, efectivamente faz sentido.

"Nós somos a mudança"

“Olhem à vossa volta. Nós somos a mudança!”, terminou assim a intervenção de Cameron Kasky, um dos organizadores da marcha contra a utilização não regulamentada de armas nos Estados Unidos.

A iniciativa “March for our lives”, começou nos Estados Unidos mas alargou-se a todo o Mundo. Reino Unido, Tóquio, Espanha, Índia, Israel e também a Portugal.

É uma iniciativa organizada única e exclusivamente por jovens, vítimas ou familiares de vítimas de tiroteios nos Estados Unidos.  

"Quatro tiros calaram-na. Quatro tiros deram-lhe mais voz."

Esta é uma das frases da jornalista do Expresso Christiana Martins numa peça dedicada ao homicídio de Marielle Franco num atentado que vitimou também mortalmente e feriu uma das suas assessoras.

Marielle era vereadora do Rio de Janeiro, tendo entrado para a política na sequência do homicídio de uma amiga sua.

Tendo sido a sua intervenção uma constante, nas últimas semanas foi uma das vozes que se levantou quanto à atribuição de poder de vigilância e segurança à polícia militar.

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