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Sociedade

Mudanças

O sonho tornou-se o pesadelo. Durante cinco dias, o meu coração implora por ar, chorando desamparadamente. É um ciclo. Um ciclo onde os meus olhos aprenderam a embaciar, as minhas mãos insistem em comandar uma orquestra irrequieta e, a minha face, é colorida pela cor mais triste que conheço. Todas as vezes em que pedia para o tempo passar mais devagar, que pedia à vida para não correr tão depressa, imploro agora, de joelhos, para que a semana passe rápido. Suplico para estar no meu lar. Onde o meu coração se sente quente. Para vocês que não me conhecem, eu apresento-me.

Mistério no curral da Mimosa

Estávamos no ano de 1743, mais ou menos quase a meio, no mês de maio. A localização era a pequena freguesia de Santa Susana, localizado no meio dos montes. Não ficava absurdamente longe da povoação seguinte, mas ainda eram umas boas léguas até ao povo.

Egos, eficiência, comunicação, conflitos - John Buck traz a Sociocracia a Montemor-o-Novo

A 6 e 7 de dezembro, em Montemor-o-Novo, John Buck vai dar a formação “Introdução à Sociocracia” que explorará questões como a eficiência, comunicação, responsabilização, identificação e alinhamento de ideais para projetos, práticas financeiras sustentáveis, inovação ambiental, aprendizagem pela ação, mas também conflitos, confrontos de egos, emoções que surgem quando tentamos trabalhar juntos.

Será uma iniciativa que terá ainda um espaço para discutir experiências e possíveis aplicações dos conceitos aprendidos nas empresas e entidades que estejam presentes.

Lux Noctem

Deixei-me adormecer debaixo da mais sumptuosa e simultaneamente simples azinheira que se desenhava no recorte do Alentejo. Alumiada pela luz da noite, a azinheira centenária acolhia a luz da noite e eu dormia nos seus braços como uma criança feliz e segura.

A luz da noite, lux noctem, sussurrava-me aos ouvidos as belezas do universo, das coisas que se moviam nos ares escuros e que traziam consigo os sonhos que as crianças têm enquanto dormem.

Reguengos investe 1,2 milhões em residências para idosos

O Município de Reguengos de Monsaraz vai investir quase 1,2 milhões de euros no apoio aos idosos.

Já foram lançados os concursos públicos para as empreitadas de construção destas estruturas residenciais para idosos e que consistem em centros de dia e serviço de apoio domiciliário em duas freguesias do concelho: Outeiro e Perolivas.

Portel auxilia 950 idosos

Através da medida social do “Cartão Municipal do Idoso” a autarquia de Portel concedeu apoio a 950 idosos.

Sofrendo - como a generalidade dos concelhos do interior – com o envelhecimento dos seus munícipes, a autarquia assume o apoio à terceira idade como um sector de atuação prioritário e vai apoiar os idosos com o valor de 100 € por beneficiário, este valor destina-se à pintura da sua habitação, uma medida que se destina a apoiar os idosos do concelho em situação económica mais desfavorável.

O fim do mérito

Numa sociedade de matriz tão marcadamente socialista como a portuguesa - a última da Europa Ocidental - é sempre um risco levantarmo-nos contra quando um qualquer governo propõe aumentos sistemáticos do ordenado mínimo. Faço-o porque acredito ser uma medida que, a prazo, acaba sendo prejudicial para aqueles que tenta proteger.

Beja tem um festival só para elas

Beja tem um festival exclusivamente no feminino: o Festival das Marias.

Este festival decorrerá no Teatro PAX Júlia, de 20 a 30 de novembro, e conta com atividades como música, conversas, círculos de mulheres, documentários e ateliers e oficinas.

Na música, destaque para o nome a reconhecida cantora brasileira Adriana Calcanhoto.

J de José

José sorria jocoso enquanto jogava um jogo chamado Jeopardy. Sentado no jardim, rodeado de jasmim, já sabia que aquilo não ia correr bem. Junto a ele estava um jarro de mel jeitoso. Bem desenhado, o jarro começava a ficar rodeado de abelhas que faziam jjjjjjjj. José começou a ficar nervoso e começou a andar de um lado para o outro, gritando por ajuda. O pobre rapaz era alérgico a picadas de abelhas, especialmente as que faziam jjjjj.

Imprudência

Gavina! Gavina! Gavina! Gritava o homem a peito cheio, na discussão que travava com a vendedora do mercado. No lugarejo de Imparável, ninguém parava o ímpeto consumista dos habitantes de Imparável, que por acaso se chamavam imparáveis. No lugarejo ninguém parava, nem a dormir. Nessa altura, toda a aldeia sonhava, que era a mesma coisa que estar a fazer alguma coisa.

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