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Sociedade

Caspa

Todo o dia. A todas as horas. A todo o momento. Caspa. Kasparov, o famoso jogador de xadrez, sofria de caspa e isso era uma enorme maçada que impedia um xeque-mate perfeito. Na sua vida de campeão, aquela neve branca que se lhe assentava sobre os ombros, tornava-se num peão que não andava muito. Kasparov havia de se habituar, mas já tinha perdido uns jogos à conta disso. Os tabuleiros pareciam a Guerra dos Tronos e, da cabeça do jogador, caía a neve e o Inverno estava a chegar.

O piolho aventureiro

Baseado em história verídica, este texto não aconteceu mesmo. Começa, como todas as boas histórias com um era uma vez. Neste caso era um piolho.

O piolho, ao qual me afeiçoei, e isto só partilho convosco, chamava-se Lhinho, diminutivo de Piolhinho. Era uma coisa carinhosa. Creio que aquilo que mais me despertou a atenção foi o facto de o piolho a quem nos dedicamos ser detestado por toda uma comunidade humana.

IX Koh Mak - Tailândia

O destino seguinte dos dois não estava definido. A decisão, como muitas no passado, tinha sido feita em comum acordo e decidiram os dois que aquela era a melhor opção. A mulher de Amaro tinha pedido expressamente que fossem ambos para um lugar escondido, com o menor número de pessoas possível. Na fase em que se encontrava, apenas o silêncio a ajudaria a aguentar o peso que sobre a sua cabeça se acumulava. A mulher de Amaro, Linda, tinha consciência do seu estado e sabia o que lhe estava reservado.

Odemira está preocupada com o aumento da demência

No próximo dia 27 de fevereiro, Odemira vai refletir sobre a demência.

Na Biblioteca Municipal José Saramago, a partir das 14.30h, inserida no ciclo de conferências “Conversas sobre Saúde”, esta ação pretende a sensibilização para a temática e será dinamizada pela Associação Alzheimer Portugal, abordando questões relacionadas com a sintomatologia, implicações e uma abordagem centrada nas pessoas.

O utente petrificado

(memória informe de um filme de horror cujo título se perdeu):

O utente sente uma dor que tenta esquecer. Mas a dor persiste, aumenta ao ponto de não se prestar a equívocos. Deixou de incomodar e já passou definitivamente a doer. O utente, que passou o dia inteiro a evitar sair de casa, olha em volta e em cada parede vê reflectido o Inferno. Exageramos, é claro, mas nenhum de nós está a sentir aquela dor. Pode, por isso, viver de uma forma que ao utente petrificado está vedada.

VIII. Hong Kong

A cidade é fantástica. Os prédios são enormes e estão aglomerados uns em cima dos outros. As ruas, no centro, são tão estreitas nos bairros antigos que nelas quase não entra o sol. Há sempre uma azáfama. Desde Causeway Bay até Kowloon, Hong Kong é cheio de variedade. Os cheiros da comida, os aquários com precisa prontos a comer e o mar ao fundo. Atrás, a montanha verde e a China. Hong Kong e Macau são, por tão diversas razões, regiões especiais.

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão dão concerto em Évora

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão darão um concerto em Évora.

O grupo “Refugees for Refugees” reúne músicos de regiões marcadas por conflitos. Criado em 2015, o grupo está radicado na Bélgica, este grupo irá atuar no dia 29 de maio, no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Em Portugal, darão mais um concerto, um dia antes, no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Em palco estará a apresentação do recente seu álbum "Amina"

Alcácer e Grândola promovem acolhimento de migrantes

Um projeto da Associação de Desenvolvimento do Torrão (ADT), em parceria com a Câmara Municipal de Alcácer do Sal e a Câmara Municipal de Grândola, previa a criação de um Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM).

VII. O princípio do desfecho

Na casa da ex-mulher de Amaro, os investigadores não encontraram nada relevante, que pudesse indiciar o que terá acontecido, o motivo do seu desaparecimento. Mentimos, embora não tivessem encontrado nenhuma pista evidente do desaparecimento da senhora, faltava na casa, uma mala, algumas roupas e o perfume preferido da desaparecida, notou um dos filhos. Evidentemente, poderia ter sido uma estratégia para encobrir o crime, se tivesse havido crime. Só podia ser isso, pensaram os investigadores. Na cabeça dos filhos havia ainda a dúvida. O pai não poderia ter feito aquilo.

Universidade de Évora com mais investigadores premiados

Foram mais dois os docentes da Universidade de Évora que veem reconhecido o seu trabalho com distinções.

Desta vez são dois docentes do Departamento de Sociologia da Escola de Ciências Sociais (ECS) e investigadores do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade de Évora – CICS.NOVA.UÉvora, Carlos da Silva e José Saragoça, que receberam a menção honrosa do Prémio António Dornelas 2018.

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