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Sociedade

Sobre viver: sobreviver

A pessoa certa nunca lê isto. Por vezes, lê, mas não lhe fica preso no pensamento. As pessoas certas nunca leem isto. Os indivíduos (in)certos nunca passam pela sobrevivência; viver é tão mais leve, não é? Sobre(viver) é tão duro. E sorrir custa muito mais do que ficar com o meu corpo nu em contacto com os meus lençóis de cetim enquanto conto as lágrimas que escorrem pelas minhas mãos. Não quero fingir nem aguento mais sobre(viver).

Aprender com a COVID?

Crónica eutópica #3 de Fernando Moital

Há um ano que andamos nisto: põe máscara, lava as mãos, fica em casa, queda-te distante dos outros…”congela”! Entendo bem estas regras e tento cumpri-las. Mas todas elas trazem alguma infelicidade porque nos condicionam bastante o nosso quotidiano. E se aprendêssemos alguma coisa com o “bicho”? E se, combatendo o “bicho”, vivêssemos melhor a vida? Vou dar dois exemplos.

A Escola Horta das Figueiras em Évora está equipada com um sensor de dióxido de carbono (CO2) em cada sala. Conhecer os valores de CO2 é importante.

O raspelho

Ninguém o conhecia. Ninguém sabia quem era. De facto, é complicado começar uma fábula com o pronome indefinido ninguém. Este, por muita pena minha e tristeza, alguma, começava assim. O raspelho nunca tinha sido ninguém importante, nunca tinha feito um feito que aparecesse na televisão… o raspelho era uma pessoa discreta, que não gostava de ser capa de revista, alguém que não pensava nunca ser parte de algo maior. Era o raspelho que passava os dias no meio da terra e da palha e isso bastava-lhe.

Aplicações Informáticas com impacto social

Cada vez mais estamos familiarizados com sistemas informáticos e com software de várias naturezas. O nosso domínio da tecnologia digital é uma constante na era da informação, e a tendência da sua utilização e consumo é cada vez mais acentuada, crescendo o tempo que despendemos a manusear software.

Projetos ambientais também devem ser desenvolvidos a nível municipal

As mudanças climáticas são o grande problema ambiental que a humanidade terá que enfrentar agora e durante a próxima década. Umbilicalmente ligado a este problema estão a escassez de água, a perda de biodiversidade e a gestão dos resíduos.

Neste contexto, urge a concretização do plano de ação global (adotado em 2015), o qual propõe medidas concretas para atingir, no curto e médio prazo, um mundo mais justo, próspero e ecológico.

A sardinha e o carapau

Era uma vez um mundo que deixou de existir tal como o conhecemos. Era uma vez um país que, depois da crise que mudou o mundo, se voltou para o espaço.

Como já tinha feito há muitos anos atrás, Portugal, vendo a sua terra toda atrasada decidiu sair das suas fronteiras territoriais e rumar a novos destinos.

Vila Viçosa – Razões para uma candidatura, rumo à mudança

Vila Viçosa precisa de um novo caminho. A constatação deste facto, talvez partilhada por uma larga maioria, tem como consequência o dever moral de participação cívica dos Calipolenses na construção de uma alternativa válida.

As últimas décadas, no que aos sucessivos executivos camarários diz respeito, tiveram como herança uma estagnação visível em diversas áreas, cujo principal resultado foi a deterioração da qualidade de vida no concelho, aliada a uma total ausência de perspectivas e projetos de futuro.

O espelho traidor

(Espelho) Caro Diretor do Tribuna Alentejo:

Aproveito a ausência momentânea do meu convidado. Acho que ele não iria gostar do que estou prestes a revelar, embora há muito considere isso meu dever.

Vamos participar no plano de mobilidade?

Crónica eutópica #2 

Évora é uma cidade demasiado “autocêntrica” e tem sido planeada e gerida em função dos automóveis. Segundo os últimos dados disponíveis (CENSOS de 2011)  80% das pessoas que se deslocavam em Évora por motivos de trabalho faziam-no de automóvel. E cerca de 2/3  dos estudantes também se deslocavam de automóvel. Dez anos depois esses números são, certamente, bem superiores.  

Homenagem às Mulheres Alentejanas

Há poucos dias comemorámos os 110 anos do Dia da Mulher. Para quem não sabe, esta data surgiu pela primeira vez a 19 de março de 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. A mudança para 8 de março deveu-se ao dia em que as Mulheres russas protestaram exigindo melhores condições de vida. A manifestação reuniu mais de 90 mil pessoas e a data tornou-se oficial em 1917.

Desde esse tempo, o dia tem vindo a ser comemorado em vários países do mundo, de forma a reconhecer a importância e contributo da Mulher na sociedade.

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