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Cultura

Viana do Alentejo abre Núcleo Museológico

O Município de Viana do Alentejo já tem aberto ao público um Núcleo Museológico.

Situado no piso térreo dos antigos Paços do Concelho, na Praça da República, em Viana do Alentejo, esta estrutura museológica, divide-se por três pequenas salas que outrora albergaram a prisão concelhia e existe a intenção de que, este espaço, no futuro possa vir-se a converter, após requalificação do edifício, no Museu da Vila.

O medo

Acordei bem cedo! Eram mais ou menos seis da manhã. Normalmente não acordo a esta hora da manhã mas hoje acordei. Não sei o que se passava à minha volta porque vivo e estou sempre sozinho. Não havia e não há nada ao meu lado. Apenas a parede e os cortinados, de um lado, do outro uma parede… e o nada.

Mas estava lá o medo! Essa personagem dos filmes americanos que me aparece aqui…

Pensais que tenho medo? Muito! O que é o medo? Essa sensação que nos assoberba e nos absorve e nos transforma?

Alentejano Mário Moita celebra hoje 40 anos de carreira

O artista alentejano Mário Moita comemora hoje 40 anos de carreira.

Estreou-se nos palcos nas Festas de Santo António de Reguengos de Monsaraz, a sua terra, a 13 de junho de 1981 com 10 anos perante cerca de 3000 pessoas,.

Ao iniciar os seus estudos de piano no conservatório de musica de Évora conheceu o pianista Fortunato Murteira e o grande compositor de Fados Alberto Janes , seu conterrâneo, e que lhe deixou todo o seu espólio de partituras de Fados para Piano.

Portel e Elvas com Música na rua

Em Portel, a partir de hoje, tem início a “Música no Parque” e que vai animar os fins-de-semana da vila alentejana.

No Parque da Matriz em Portel e noutros espaços do concelho, com um enquadramento de acordo com as normas em vigor da DGS, decorrerão alguns concertos ao ar livre e, este sábado, dia 12, será a música popular do Alentejo a marcar presença com o grupo De Moda em Moda.

Encruzilhadas

Foi na semana passa que o mundo acabou e com eles todos os animais se extinguiram e passaram a fazer parte do passado. Deles ficaram as memórias escritas semana a semana contando as suas ideias, os seus jeitos, as suas venturas e desventuras. Ficamos a conhecê-los tão bem que neles nos reconhecemos muitas vezes. Em cada um deles vimos coisas de cada um de nós e em cada um deles sentimos que poderíamos moldar-nos e ser assim.

Palhaçada à solta em Castelo de Vide

Mais de 20 artistas, oriundas de 8 países diferentes, estarão em Castelo de Vide para a realização da 4ª edição do Festival Internacional de Palhaças “Bolina”, de 7 a 13 de junho.

Promovido pela Descalças – Cooperativa Cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide, este é um festival “feito de amor e boa vontade” e que conta só com palhaços femininos, prometendo levar o público às lágrimas... de tanto rir, porque rir vale a pena.

O fim do mundo e histórias de cigarras

Quando o fim do mundo começou, havia muitas cigarras a fumar cigarros. O fim do mundo começou devagar… a meio ainda aconteceu mais devagarinho e quando se aproximou do fim, as coisas estavam ainda mais vagarosas. Os que gostam de fazer piadas sobre tudo e mais alguma coisa, diriam que o fim do mundo aconteceu no Alentejo. Não acho piada a essas coisas porque a velocidade no Alentejo é tal e qual a todas as outras as velocidades.

Bibliotecas alentejanas com animação e hoje há risoterapia

Por motivos vários, há várias bibliotecas alentejanas com mais animação que o habitual e, hoje, na Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz há uma ação de risoterapia.

A risoterapia é uma combinação única de exercícios de riso com respirações profundas e, pelas 16h, no jardim da biblioteca, com a duração de 1h15 e limitada a 10 pessoas, esta ação será dinamizada por Ricardo Ventinhas.

O flamingo

Era azul! A cor não é a certa, mas ele era azul como o céu e como o mar. Chamava-se Flamingo. Trabalhava na empresa de construção porque era, como se diz na América, um blue collar worker.

As oliveiras e o tempo

As oliveiras falam através do tempo.

Não é por isso que as invejo;

é, sim, por terem passado

por tanto ou tão pouco,

sem nunca moverem raízes.

 

Escuto-as

sem pressa de abalar.

 

Ramos milenares sustentam

os mais atrevidos pássaros cantantes;

A mando de quem vieram

para me agoirar?

 

Nesse instante

o tempo faz-se.

 

Percebo que tudo é parte da melodia.

Os pássaros, as galinhas, os perus,

os cães, os porcos, os leitões, as ovelhas,

nós e tu.

 

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