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Saúde

Vendas Novas exige soluções para o Serviço de Atendimento Permanente

A Câmara Municipal de Vendas Novas enviou um ofício à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, a pedir “os melhores esforços para resolver os problemas persistentes no Serviço de Atendimento Permanente (SAP) da cidade”, como os “frequentes encerramentos devido à escassez de médicos”.

Em comunicado, a autarquia refere que estes encerramentos do SAP “têm ocorrido de forma recorrente, sobretudo desde novembro de 2024, e que resultaram em cerca de 80 horas em que o serviço esteve indisponível neste período, como é o caso dos dois últimos dias, em que não houve médico durante 21 horas”.

Citado no mesmo comunicado, Valentino Salgado Cunha, presidente do município, afirma que “há muito que Vendas Novas devia ter um Serviço de Urgência Básico (SUB), e continuamos sem que isso seja resolvido, com a população a continuar a ser privada de um atendimento médico urgente que responda às necessidades, sem comprometer a segurança e o bem-estar dos cidadãos. Soluções precisam-se, mas que sejam estruturais e não circunstanciais”.

A qualidade do atendimento também foi apontada como uma preocupação, além dos “impactos da situação no trabalho dos bombeiros locais, que têm de realizar transportes frequentes para o Hospital do Espírito Santo, em Évora, a mais de 50 km de Vendas Novas e a 78 km da freguesia de Landeira”.

Neste sentido, o município “solicita que o Ministério da Saúde tome as medidas necessárias para garantir que o SAP funcione sem interrupções e para iniciar o processo de transição para um SUB, assegurando a qualidade e eficiência do atendimento que a população de Vendas Novas precisa e merece”.

 

Fotografia de facebook.com

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