Tribuna Alentejo
ordem-medicos
Saúde

Unidade de Saúde do Baixo Alentejo arrisca-se a perder três médicos

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) está prestes a “perder” os três médicos de Saúde Pública, alerta o Conselho Sub-Regional de Beja da Ordem dos Médicos, que sublinha que a situação poderá ter graves consequências.

Em causa está a admissão de dois dos profissionais de saúde, em concursos de mobilidade para a Área da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e a admissão de uma terceira médica interna, que com a saída destes dois especialistas fica sem tutor e terá se de ser encaminhada para outro serviço.

Em declarações à Rádio Pax, fonte da administração da ULSBA “confirma a situação” e garante que, “tendo em conta a situação da pandemia, está a fazer tudo para que os médicos não saiam no imediato”, até ser encontrada uma solução.

O presidente do Conselho Sub-Regional de Beja da Ordem dos Médicos, Pedro Vasconcelos, afirma estar preocupado com a situação, dizendo que “imaginar-se que um serviço com a importância da Saúde Pública fique sem ninguém pode ter consequências dramáticas”, em particular em tempos de pandemia.

O responsável explica ainda que, tendo em conta que “não poderão ser outros médicos a desempenhar essas tarefas”, ou se consegue prolongar a saída destes profissionais ou a solução passará por substituir os médicos a breve trecho.

 

Fotografia de palnicie.pt

Artigos relacionados

Évora: Profissionais de saúde vão debater igualdade de acesso na saúde à população migrante

Redação Alentejo

Osteoporose: partir um osso pode mudar uma vida inteira

Redação Alentejo

Assembleia Municipal de Portalegre interrompida por abandono da oposição e protestos do público. Em causa está reorganização do Serviço de Oncologia

Redação Alentejo

Câmara de Gavião vai pagar seguro de saúde a todos os habitantes maiores de idade

Redação Alentejo

Construção do novo Hospital Central de Évora está a 80%. Estará pronto no final de 2027

Redação Alentejo

O dia em que subir um lanço de escadas deixou de ser normal

Redação Alentejo