A Rede Expressos anuncia o reforço da sua operação na Costa Alentejana com a introdução de novas paragens na Comporta, no Carvalhal, em Melides e em Alcácer do Sal, no âmbito de uma ligação entre Lisboa e Sines com passagem por Setúbal e Santo André. Com início a 1 de setembro, a nova rota responde a um aumento de cerca de 60% da procura entre Lisboa Oriente e Sines no primeiro semestre de 2026 face ao período homólogo do ano anterior, bem como ao número crescente de pedidos apresentados por autarquias e passageiros. Os bilhetes estão já disponíveis em todos os canais de venda da operadora, com preços a partir de 2,95 euros para viagens com origem ou destino nas novas paragens, e a rota contará com duas ligações diárias em cada sentido — partidas de Lisboa às 10h00 e às 18h15, e de Sines às 06h00 e às 14h00.
A decisão reflecte a transformação acelerada que a Costa Alentejana tem vivido nos últimos anos. A Comporta, o Carvalhal e Melides assumiram uma projecção crescente a nível nacional e internacional, atraindo turistas e um número cada vez maior de trabalhadores impulsionado pelo desenvolvimento de projectos turísticos, imobiliários e de construção — gerando novas necessidades de mobilidade numa região ainda muito dependente do transporte individual nas deslocações de e para Lisboa. Em Alcácer do Sal, a nova paragem acompanha o dinamismo residencial e económico do concelho, marcado pelo desenvolvimento de novos empreendimentos e pela requalificação prevista da Gare Rodoviária, reforçando a posição estratégica da cidade entre o Vale do Sado e a Costa Alentejana.
Para o director-geral da Rede Expressos, Nelson Silva, o reforço da operação na Costa Alentejana integra a estratégia da empresa de ajustar continuamente a oferta à evolução da procura e às novas dinâmicas dos territórios, promovendo ligações mais directas e económicas e incentivando o autocarro como alternativa sustentável ao transporte individual. A nova rota representa também um passo relevante para a mobilidade de uma região que, apesar da sua crescente notoriedade e do volume de investimento que atrai, continua a carecer de alternativas de transporte público à altura das suas necessidades — e da ambição com que o Alentejo Litoral se tem posicionado no mapa do turismo e do investimento nacionais.
