O Porto de Sines passou a dispor de autonomia aduaneira total com a criação oficial da Alfândega de Sines, deixando de funcionar como uma delegação dependente de Setúbal. O anúncio foi feito pelo Ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, numa medida que dota o maior complexo portuário nacional de uma estrutura orgânica própria com 33 efetivos, um Diretor, um Diretor Adjunto e núcleos especializados em Procedimentos Fiscais e Impostos sobre Veículos.
A importância de ter uma alfândega própria reside na eliminação da burocracia e dos atrasos logísticos causados pela dependência de terceiros, garantindo uma maior agilidade operacional e respostas imediatas às empresas. Ao centralizar as decisões aduaneiras e a fiscalização de mercadorias no próprio local de desembarque, o Porto de Sines eleva a eficiência da sua cadeia de valor, atrai novos investimentos internacionais e consolida-se como uma das principais e mais competitivas plataformas logísticas da Europa Atlântica.
