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Movimento de carga nos portos nacionais afunda. Sines lidera nas perdas

A carga nos portos do continente afundou 10,9%, com o Porto de Sines a liderar a tendência, com uma queda de 18,5%, o que representa uma perda de 2,5 milhões de toneladas de movimento de carga, face ao período homólogo.

Numa análise mais reflexiva dos números publicada na Cargo esta quebra explica-se «em larga medida» pelo «crescimento anormal que a Carga Contentorizada em transhipment registou no primeiro trimestre de 2016 para 2017, da ordem dos +61,5%, e que elevou o patamar do volume de carga movimentada a um nível, do qual o regresso à trajectória normal de crescimento com uma variação negativa de -53,5% de 2017 para 2018, teve, necessariamente, os efeitos observados.

Ainda assim o Porto de Sines mantém a hegemonia na carga movimentada, com uma quota de 50,4%, depois Leixões, com 20,2%, Lisboa, com 13%, Setúbal com 7,7%, e Aveiro, 6,1%.

Imagem de capa de camiranbrasil.com

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