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Educação

Évora: Estudantes universitários na rua contra a falta de alojamento e bolsas

Esta semana, as cidades de Évora, Lisboa e Porto viram os seus alunos do Ensino Superior manifestar-se pelo fim das propinas, a escassez de residências universitárias, a oferta de quartos a preços exorbitantes e a insuficiência de bolsas.

Em Évora, estudantes revelaram que existem cerca de 530 camas em residências para aproximadamente oito mil alunos. Numa cidade que não tem sido alheia ao aumento da procura turística, os preços de quartos e casas para alugar dispararam e tornaram-se quase incomportáveis para os estudantes e famílias.

Em Évora, a falta de transportes para o polo universitário da Mitra, a 12 quilómetros da cidade, e a privatização de bares e papelarias, e o mau estado do edifício onde funciona o curso de teatro, na Fábrica dos Leões, e o atraso na atribuição e entrega de bolsas foram outros dos motivos de protesto dos estudantes da academia alentejana.

Para dar resposta a estas necessidades e dificuldades – transversais a outras cidades com Ensino Superior – o Governo tem um plano de obras de novas residências que arrancará em 2019, após ter realizado um levantamento do estado e das necessidades de requalificação das residências de estudantes nas instituições do Ensino Superior público.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior apresentou esses resultados em final de outubro e garantiu ao jornal Expresso que até ao final deste ano o plano de intervenção para a requalificação e construção de residências será elaborado e que respeitará uma distribuição por todo o território nacional.

 

 

Imagem de radioregional.pt

 

 

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