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Em Monsaraz há “Mãos que falam”

Em Monsaraz, há “Mãos que falam” e, aqui, cada mão ganha existência e comunica um sentido distinto, em função de quem a olha e interpreta tornando esta exposição um périplo que toma como referencial o domínio da gestualidade, com o riquíssimo acervo de símbolos que lhe está associado.

Assim o diz a artista Maria Leal da Costa e que apresenta a exposição “Mãos que falam”, patente na Igreja de Santiago – Galeria de Arte, em Monsaraz, até 7 de julho.

A obra de Maria Leal da Costa encontra-se representada em coleções privadas e públicas em Portugal e no estrangeiro. Realizou, por exemplo, a escultura “Indagações” para o edifício sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, as esculturas públicas “Paul Harris” e “Torre de Belém” em Lisboa, “Castanheiro”, “Inspiração”, “Voo” e “Flor de São Tiago” em Marvão, “Cavalo Lusitano” e “Jogo de Memórias” em Portalegre, “D’Amor” em Évora e “Cavalo Alter Real” em Alter do Chão. A artista fez também esculturas táteis com acessibilidade comunicativa para cegos e pessoas com mobilidade reduzida em Marvão, Penafiel e Lisboa.

A mostra integra o ciclo de exposições Monsaraz Museu Aberto e pode ser apreciada diariamente entre as 9h30 e as 12h30 e das 14h às 18h.

 

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