A Delta Cafés e a Fundação Champalimaud assinaram uma parceria científica pioneira para estudar o impacto do consumo de café na prevenção, tratamento e sobrevivência do cancro da mama. O acordo, inteiramente financiado pela empresa de Campo Maior, vai reforçar a investigação da Unidade da Mama. Esta iniciativa consolida a histórica política de responsabilidade social da Delta Cafés. O projeto marca uma nova escala de investimento privado no avanço da ciência médica em Portugal.
Uma chávena de café é, para milhões de portugueses, um ritual diário. Mas poderá este hábito tão enraizado também ter um papel positivo na prevenção do cancro da mama? É a esta e a muitas outras perguntas cientificamente desafiantes que a Fundação Champalimaud procura agora responder. O apoio financeiro serve para lançar uma linha de investigação inédita no país. A ambição passa por decifrar o papel dos compostos bioativos da bebida, como a cafeína e os polifenóis, na saúde humana.
No caso específico do cancro da mama, a evidência científica disponível indica uma relação positiva entre o consumo de café e fatores como qualidade de vida, redução da fadiga, melhoria da composição corporal ou a interação com terapêuticas. A investigação agora anunciada pretende contribuir para uma melhor compreensão destas questões, através de estudos conduzidos com rigor científico e metodológico. O investimento reforça o papel ativo e comprometido da marca alentejana no desenvolvimento do país, unindo a tradição do café à inovação médica nacional.
A entrada direta na investigação oncológica dá continuidade ao legado humanista do fundador da empresa, o Comendador Rui Nabeiro. Desde a sua fundação em 1961, a Delta Cafés tem pautado o seu crescimento pelo compromisso com as comunidades. O percurso solidário da marca ganhou uma estrutura formal em 2007 com a criação da Associação de Solidariedade Social Coração Delta, focada no voluntariado, na educação e no apoio à saúde local. Historicamente, o grupo também se destacou pelo apoio humanitário global, sendo pioneiro com a iniciativa internacional de comércio justo “Um Café por Timor”.
