A Cooperativa Agrícola da Vidigueira negou que esteja prevista a venda do seu património em leilão no âmbito do processo de insolvência.
e prometeu participar criminalmente contra a leiloeira que anunciou o negócio e pedir a destituição do administrador da insolvência.
Em comunicado, a cooperativa esclarece que “tem sido surpreendida, assim como a região e os seus agricultores e olivicultores”, com notícias sobre a venda do seu património pela entidade leiloeira denominada LEILOSOC.
Segundo a mesma fonte, este anúncio é “falso”, e “tal não se encontra ainda determinado no processo”, já que a comissão de credores não se pronunciou, nem “a LEILOSOC ou qualquer outra entidade leiloeira se encontra legitimada pelo tribunal ou pela comissão de credores a intervir em tal liquidação”.
A cooperativa realçou ainda que a liquidação terá de ser antecedida de “decisões ainda por tomar no processo de insolvência, designadamente recursos e pedidos de nulidades de atos anómalos do administrador da insolvência”.
Assinalando que vai requerer ao tribunal a notificação da leiloeira para se “abster da prática de atos não autorizados”, a cooperativa referiu que também vai “participar criminalmente contra a LEILOSOC e os seus administradores pelos crimes praticados e responsabilização civil pelos prejuízos causados”.
Além disso, vai também “requerer a destituição do administrador da insolvência pela omissão das suas funções e permissão de uso do nome e processo de recuperação da cooperativa por terceiros em prejuízo da cooperativa, responsabilizando-o, ainda, civilmente, pelos danos causados à cooperativa, aos seus agricultores e à região”, acrescenta, no mesmo documento.
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