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Vida

Cidadania, como estás?

Olá cidadania, como estás?

Já há tanto tempo que não te vejo. Pensando bem, não sei se te cheguei a conhecer. Penso que te imaginei nos meus tempos de inocência, nos mesmos tempos em que cheguei a pensar mesmo que existia uma fada mágica que trocava o nosso dente de leite, por uma prenda.

Confundo-te imenso com a solidariedade e equidade. Uma das vossas parecenças é que não estão presentes; o vosso significado aparece, apenas, no dicionário para fazer inveja.

Ela, eu e como aprendemos a viver juntas

Olá, de novo.

Sinto que estou a falar para vocês, leitores meus amigos, há semanas e vocês apenas conhecem o meu nome, o meu curso e a cidade onde estudo.

Sou muito mais do que isso; tal como disse no texto anterior, consigo ajudar pessoas com recurso às minhas palavras. E vou começar por mim. Pelo meu lado mais preto e triste. Todos temos um lado assim, certo?

Vou começar por dizer que, tenho uma doença. O nome conhecido pelos médicos, é Esofagite.

O meu segredo

Foi um segredo por muito tempo. O meu melhor segredo. Fugiste da realidade e, por isso, escrevo-te agora, transformando os meus sentimentos em palavras.

Podia estar a escrever-te uma carta cheia de porquês. Podia estar a suplicar, a gritar em plenos pulmões, as respostas que tão exaustivamente procuro. Mas sinto-me consumida pelo cansaço. Penso que atingi o meu limite. Sinto-me um copo de vidro frágil a fazer uma trajetória lenta até ao chão.

O Ser Humano não tem limites

Há vezes que a vida nos parece demasiado dura e que não vamos conseguir ultrapassar isto, ou aquilo. Nesses momentos, o mundo parece abater-se sobre nós. É então que nos chegam muitos outros exemplos do contrário. De que, com vontade, esforço, persistência e resiliência os problemas são ultrapassados; os objetivos são conseguidos; os limites são ultrapassados.

Não parece, mas acabou o verão e é tempo de recomeçar

O verão acabou! As temperaturas não o mostram - previsões de 40ºC para Évora e Beja – mas, no hemisfério norte, o Outono já começou, eram 2:54h.

Dizia Scott Fitzgerald em “O Grande Gatsby” que "a vida começa de novo quando fica crocante no outono”.

Eutanásia, Porque sou Contra?

A discussão do tema da eutanásia é de facto muito sensível. É muito difícil ter uma posição muito assertiva sobre esta matéria. Argumentos como as liberdades individuais, a compaixão e o amor por quem está num sofrimento extremo, devem e merecem ser respeitadas. Merecem-me um respeito profundo!

Na minha opinião pessoal, é de todo impossível fazer uma avaliação completa sobre esta matéria, que é demasiado complexa. Corremos o risco de entramos em fortes contradições.

António. Toni. Tó para os amigos mais íntimos. Era o seu nome, aquilo que o definia. No momento em que se levantava, olhava o sol que entrava pela janela e sentia que a pele escurecia. Nesse instante, sentia-se António. Os filhos chamavam-lhe pai. A mulher Tó. Os vizinhos senhor António e alguns amigos, os compadres, as pessoas da vila tratavam-no por Toni. Seria ele uma pessoa diferente aos olhos de cada um dos outros e debaixo de cada um dos diferentes nomes? O seu nome completo era um, longo, cheio de passado e marcas do lado materno e do lado paterno, mas ninguém lhe chamava esse nome.

Campo Maior recebe uma Europa em festa

Começa amanhã a Semana da Europa – de 7 a 13 de maio - e que marca o dia da Europa, a 9 de maio - celebrado pela primeira vez em 1986.

No início, o dia era só relembrado nas comunidades escolares, mas agora é um marco da União Europeia e a oportunidade para desenvolver atividades e festejos que aproximem mais a Europa dos seus cidadãos.

A vida

A vida é um pedaço de terreno abandonado que não sabe bem a quem pertence e não tem marcos. A vida transforma-se num lamaçal quando chove e em terreno ardente nos dias de mais calor. Não contemplemos tanto os efeitos nefastos dos dias em que nos corre menos bem, mas optemos por torná-la vívida e alegre, naqueles dias em que o terreno nem é um lamaçal nem se encontra em chamas.

PLANOS

Não faças planos. Não te maces a marcar coisas que certamente terão um final inusitado e não serão consequentes no seu final. Não faças planos. Não almejes alcançar o que não é para ti. Não tentes esticar a perna além do lençol nem compres um par de calças que te fiquem à meia canela, só porque a tua ideia desmedida te leva a impulsos que não consegues controlar. Não faças planos.

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