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Tradição

Na ceifa, cantando

A ceifeira canta com sua branca tez,

alegre, no primeiro dia de labor;

canta mágoas fingidas sobre o tempo

só o futuro lhe concederá louvor.

 

O dia alto e o trigo iluminado

ecoam calor pelos campos fora;

pobre ceifeira que na ceifa cantando

lembra o amanhã, batalhas de outrora.

Uma tonelada de Cal põe Sousel brilhar

Disse Manuel Alegre que “Na brancura da cal o traço azul, Alentejo é a última utopia”.

A palavra é de origem latina; Cal teve origem em ‘calce'/'calces' e tudo leva a crer que deriva da época pré-celta, e que teria o significado “rochedo' ou “abrigo”

A Cal é um composto químico identificável como óxido de cálcio e é uma das marcas do Alentejo.

Logo que chega o calor, é usual ver – sobretudo os mais idosos – agarrem no balde e nas trinchas e começar a “caiar”.

Lampreia, Porco ou Queijo de Serpa: o que prefere?

São três belas iguarias alentejanas que aqui se apresentam: Lampreia, Porco e Queijo de Serpa. Qual prefere?

Em Gavião, de 29 de fevereiro a 29 de março, decorrerá o Mês da Lampreia. Durante este período, sete restaurantes do concelho, a lampreia será o prato predileto e no menu constará de vários modos, com especial destaque para o arroz de lampreia.

Roncas expostas em Elvas

São dezenas as roncas expostas na Casa da Cultura de Elvas.

Este é um instrumento típico da época natalícia e essencial nos cantares do Natal de Elvas e que são agora homenageadas com esta exposição, patente até 6 de janeiro.

Organizada pela Associação Juvenil Arkus, esta mostra – com entrada livre - está integrada na programação de Natal preparada pela Câmara Municipal de Elvas e conta com dezenas de roncas, para todos os gostos, feitios, materiais e tamanhos além de várias fotografias do Grupo de Roncas d’ Elvas.

Aniversário do Cante Património da Humanidade celebrado em Castro Verde

E já vão cinco anos desde a elevação do Cante a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO e que transformou o dia 27 de novembro numa das datas mais simbólicas do “novo Alentejo”.

Será esta a data e o acontecimento que Castro Verde quer celebrar com um variado conjunto de iniciativas e que terão início logo pela manhã com “O Cante da Escola vai à Praça”, a partir das 11h, na Praça da República, e onde crianças do pré-escolar e do 1º ciclo do concelho.

Beja: "Património(s) do Sul" até amanhã

Marcado pelo cante, a gastronomia, o vinho e o artesanato, a edição 2019 da feira "Patrimónios do Sul” decorre em Beja, desde ontem e até amanhã, domingo.

A iniciativa é da Câmara Municipal e pretende dar destaque à identidade do território do sul do país nos domínios económico, cultural e turístico.

Haverá Maravilhas Doces alentejanas?

É já hoje que o “Porquinho Doce” de Beja e as “Filhós de Cabrela” disputam a classificação 7 Maravilhas-Doces de Portugal. Estes são os últimos dois representantes alentejanos na no concurso, na gala que decorre esta noite, em Montemor-o-Velho e em direto na RTP1.

Mais típico do Natal, o “Porquinho Doce” é um doce feito à base base de açúcar, amêndoa, ovos, cacau, gila e pão e cuja receita remontará ao século XIX, tendo origem no Real Convento de Nossa Senhora da Conceição.

Alentejo com dois finalistas nas 7 Maravilhas-Doces de Portugal

O “Porquinho Doce”, doce típico de Beja e as “Filhós de Cabrela” doce típico da aldeia de Cabrela, concelho de Montemor-o-Novo, são os dois representantes alentejanos na Grande Final das 7 Maravilhas-Doces de Portugal.

A Boleima de Portalegre não conseguiu figurar entre os 14 finalistas e deixa a representação alentejana reduzida a dois doces.

Em Portalegre, as cebolas têm uma feira com mais de 200 anos

Em Portalegre, já é tradição, há mais de 200 anos a Feira das Cebolas.

A edição de 2019 – de 13 a 15 de setembro - vai regressar ao jardim da Avenida da Liberdade e contará com cerca de 50 expositores.

Aguiar já marcou data para Almoço dos Ganhões

É cartaz de visita desta terra e a 8ª edição do Almoço dos Ganhões, em Aguiar, concelho de Viana do Alentejo, já tem data marcada: 7 de setembro.

Esta iniciativa junta à mesa várias gerações de locais e visitantes e tem em destaque a panela de barro e o cozido de grão feitos em lume de chão, um prato que durante anos acompanharam os ganhões no campo.

No passado participaram cerca de 500 pessoas participaram, sendo que os participantes têm vindo a aumentar ano após ano, e que serve também de homenagem aos ganhões, homens que trabalhavam nos campos do Alentejo de sol a sol.

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