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Luís Carapinha

A Europa entre extremos de uma corda bamba... e sem rede

A Europa está entre extremos de uma corda bamba...  sem rede , e com olhos postos na Venezuela.
 
A um Brexit aos trambulhões, junta-se a Venezuela, num cenário que, a espaços, tem mesmo recordado o clima vivenciado durante a guerra fria. Foi entre este clima internacional conturbado que lá se viu passar mais um 1º de maio, entre extremismos ideológicos idiotas, ou simplesmente eleitoralistas, e até de alguns fanatismos ou ânsia de protagonismo.
 

Beijo, beso, bacci, kiss…

Para o escritor De Musset, o beijo era a única linguagem verdadeira no mundo.

Não estaria longe da verdade. Um beijo transporta sentimento; sente-se o que vai dentro de quem beija, a verdade - ou não - desses sentimentos. Um beijo acaba com discussões, impõe-se no meio do silêncio. Tem poder. Tanto que, na história infantil “A bela Adormecida”, tem o poder de acordar de um sono profundo e romper um feitiço.

Hoje, é dia do Beijo.

O presidente que se tornou rei do absurdo

Era uma vez um presidente que queria ser rei do absurdo; selfie atrás de selfie, entrevista atrás de entrevista, abracinhos e beijinhos:tudo isto não bastou. Mas o presidente era esforçado nesta sua vontade de ser rei do absurdo e chegou o dia que ligou à Cristina, em direto, no seu novo programa de TV, e assim conseguiu sê-lo.

Natal: a festa da verdade e do amor e que tem por base uma mentira

É Natal. As ruas ganham cor e as pessoas potenciam sentimentos positivos. Com as músicas de Natal a solidariedade cresce e as pessoas lembram-se de ser mais humanas, lembram-se que o Homem é pluralidade e que não existe eu – não no seu expoente máximo – sem um nós. As pessoas lembram-se que devem ajudar o seu semelhante e são mais verdadeiras.

Mas o Natal, como hoje se celebra, tem uma mentira por base; ou melhor, várias “mentiras”.

Cante(mos)

“Um povo que canta não pode morrer.” É esta a frase de Giacometti que tem lugar de destaque na Casa do Cante, em Serpa.

Quase a fazer quatro anos da nomeação do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o Cante reconquistou a sua importância no coração dos alentejanos e é agora presença assídua em eventos e festivais de música.

Ninguém ganhou a guerra, nem ninguém ganhará a próxima

Há exatamente 100 anos as balas calaram-se e deram lugar ao silêncio de 10 milhões de combatentes mortos e cerca de 20 milhões de mutilados.

Mas “ele não” porquê?

Desta vez, o Brasil é foco e não é pelos golos e fintas do Ronaldinho ou pelo Carnaval do Rio. Os olhos do mundo – passadas três semanas da primeira volta – voltam a estar postos no “país irmão“ porque a escolha do Brasil, com uma polarização do eleitorado nunca antes vista, vai recair num de dois nomes: Jair Bolsonaro (PSL -) ou Fernando Haddad (PT – Partido Trabalhista).

À hora que escrevo o Brasil estará já em reflexão para escolher quem o liderará nos próximos anos. À hora que está a ler este editorial, o Brasil já vota para escolher o próximo Presidente.

711 anos de Sextas 13, Ignorância e Fanatismo

Foi a 13 de outubro de 1307, numa sexta-feira, que teve início, em França, a perseguição aos Templários, por ordem do rei de França, Filipe IV, “o Belo” e com a anuência e apoio do Papa Clemente V.

Depois de 188 anos em Jerusalém, a marcar a presença Cristã e a proteger os peregrinos, foram acusados de heresia pelo rei francês e foram perseguidos, torturados e mortos, passando as suas posses e bens para a coroa francesa e não sendo um “empecilho”na gestão política do Vaticano.

5 de outubro: celebra-se Portugal... duas vezes

Pelo menos por duas vezes na História de Portugal que a data de 5 de outubro é uma data muito marcante: a que dá azo ao feriado de hoje, a data que marca a Implantação da República, e a da assinatura do Tratado de Zamora.
 
O Tratado de Zamora foi assinado há exatamente 875 anos marcou o início formal da independência nacional face a Castela. 
 

Não ruíram só as Torres

Já passaram 17 anos desde os atentados às Torres Gémeas em Nova Iorque e o tema continua a ser motivo de debate, de controvérsia, de incerteza e de fantasma de insegurança, com razão umas vezes, por conveniência por outras. Não ruiram só as Torres.

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