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Floresta

Gestão agrícola e florestal em foco em Montemor-o-Novo

A Terras Dentro — Associação para o Desenvolvimento Integrado, de Alcáçovas, em parceria com o ICNF — Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, o Município de Montemor-o-Novo e a Delegação Distrital de Évora da Região Sul da Ordem dos Engenheiros, organizam o encontro “Gestão Florestal em Áreas Classificadas”.

E o pesadelo regressa...

O regresso do Verão trouxe consigo ventos fortes e altas temperaturas. Trouxe portanto condições propícias a propagação de incêndios.

Num só dia e num curto espaço de minutos, o concelho de Mação viu serem deflagrados cinco incêndios.

Felizmente, à hora a que esta crónica se encontra a ser escrita os incêndios foram extintos e encontram-se nesta altura em fase de rescaldo.

Uma vez mais se fala em fogo posto e em investigações (sem falar dos oportunismos políticos levados a cabo por partidos e comunicação social).

Estudo feito no Alentejo defende que Veados ajudam a prevenir incêndios

Um estudo publicado no Journal of Applied Ecology, são do Instituto Superior de Agronomia (ISA), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e da Universidade de Stanford, na Califórnia, que resultou de uma investigação de 14 anos no Alentejo, defende que os veados podem ajudar a prevenir incêndios ou, pelo menos, impedir que estes sejam tão intensos devido ao seu papel como consumidores de arbustos.

ALENTEJO COM NOVO ORDENAMENTO FLORESTAL

Será amanhã, 29 de janeiro, que a partir das 17 horas, no Auditório do Colégio do Espírito Santo, na Universidade de Évora, será apresentado o novo Programa de Ordenamento Florestal do Alentejo.

Com o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, a presidir a esta sessão pública de apresentação do “PROF – Alentejo, Programa Regional de Ordenamento Florestal do Alentejo”, numa iniciativa da responsabilidade do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas.

 

Imagem de hoteisdecampo.pt

A GUERRA DO FOGO – O DEBATE NACIONAL FAZ-SE EM ESTREMOZ

Portugal continental é um território de grande densidade florestal, e os incêndios florestais são sempre um dos riscos mais sérios para a integridade territorial e também para a segurança dos cidadãos.

Este ano de 2017 tem sido um ano negro no que a incêndios diz respeito: em dez meses arderam 418.000 hectares de floresta, ou seja, 4,5 por cento do território nacional, e houve lugar também a perda de dezenas de vidas humanas. Na hora de combater este flagelo, a Ciência pode ter algumas soluções e pode ajudar a garantir o reequilíbrio da floresta e a sua sustentabilidade.

O MONTADO E A CORTIÇA EM DEBATE

Em setembro, o Montado e a cortiça estarão em debate em Lisboa.

Todas as áreas científicas têm tido algumas dificuldades em passar os conhecimentos e aprendizagens geradas pelo estudo e pela contínua evolução aos utilizadores das áreas no terreno. O sector agroflorestal não é exceção.