O Tribunal da Relação de Évora recusou a homologação do Plano Especial de Revitalização (PER) da NERPOR, revertendo a decisão da primeira instância. Tiago Braga, presidente da direção, manifestou profunda discordância, classificando o acórdão como um sério revés para a instituição e o tecido empresarial do Alto Alentejo, apesar do plano ter sido aprovado por 74,22% dos votos dos credores.
O chumbo judicial não questiona a viabilidade financeira da NERPOR, focando-se na falta de detalhe sobre a alienação de património imobiliário prevista para pagar dívidas. A direção assegura que estas questões podem ser clarificadas e irá recorrer a todos os meios legais, apresentando documentação complementar para evitar a liquidação e proteger os credores
