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Novak Djokovic, Rafael Nadal e Roger Federer são nomes inconfundíveis do desporto à escala global e, sem dúvida alguma, três dos melhores executantes de sempre no ténis em diferentes superfícies.
Considerados por muitos como os “Três Grandes” da modalidade, estes tenistas marcaram mais de 20 anos deste desporto, com o primeiro título individual ganho por um destes atletas a ser obtido em 2003.
Agora, cada vez mais perto do fim desta “era do ténis”, em que apenas resta Novak Djokovic para batalhar por recordes, é importante procurar os próximos grandes talentos, mesmo que alguns deles já sejam claras afirmações no circuito ATP.
Novak Djokovic ainda com cartuchos para gastar
Com Roger Federer a aposentar-se em 2023 e Rafa Nadal a deixar os campos na temporada anterior, apenas o sérvio se mantém no ativo, tentando, aos 37 anos, amealhar ainda mais títulos para a sua carreira já recheada.
O “Joker”, como é conhecido pelos amantes da modalidade, continua a ser um dos tenistas mais competitivos da atualidade. Será interessante ver a sua abordagem para esta temporada, em que os adeptos têm dúvidas que consiga manter o seu jogo físico.
As questões em torno do jogador com mais títulos na história do circuito ATP são naturais, não só pela pressão em torno do atleta, mas também pelo crescimento que a modalidade tem apresentado mais recentemente.
A verdade é que o ténis tem crescido de forma sustentada como uma das modalidades mais apreciadas pelos internautas, não só pelas referências individuais já mencionadas, mas também pelo impacto do jogo online e das casas de apostas desportivas com desportos ao vivo, que mantêm os fãs ainda mais ligados durante os torneios.
Assim sendo, será muito interessante ver quais os torneios o sérvio escolherá jogar e o seu impacto naquela que pode ser a sua “última dança”.
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Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, a batalha do futuro?
Aos 21 anos, Carlos Alcaraz já conta com 17 títulos no seu palmarés, tendo vencido três dos quatro Grand Slams e demonstrando o porquê de ser considerado o grande sucessor do seu conterrâneo Rafael Nadal.
Atualmente no #3 do Ranking ATP, o espanhol procura uma maior consistência no seu jogo fora de superfícies como a relva e terra batida, tentando dominar o circuito como os “Três Grandes” conseguiram em determinada altura das suas carreiras.
Por outro lado, os 23 anos de Jannik Sinner significam que podemos ter mais de uma década, destacando-se por sua agilidade física, que cobre o fundo dos courts como raramente se viu na história.
Os 19 títulos somados a liderança atual no Ranking ATP fazem de Sinner um dos jogadores mais temíveis da atualidade, sobretudo em superfícies como piso duro, onde a sua pancada parece imparável em determinados momentos.
Existem claro outros nomes em destaque que já saborearam o ponto mais alto de um torneio ATP, sobretudo tenistas como Daniil Medvedev, Alexander Zverev e Taylor Fritz, capazes de, nos seus melhores dias, batalharem ao mais alto nível.
Parece-nos difícil que vejamos uma “era dominante” como aquela que tivemos desde 2003, no entanto, só o tempo nos mostrará a capacidade desta nova geração.

