Tribuna Alentejo
mfm
Saúde

Nova Unidade de Saúde do Alentejo Central será criada em 2024

O Alentejo vai ficar totalmente coberto por Unidades Locais de Saúde (ULS), a partir de janeiro de 2024, com a entrada em funcionamento da quarta na região, que agrega o hospital de Évora e 14 centros de saúde.

A informação foi avançada por Maria Filomena Mendes, presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, que disse à agência Lusa que, “com a criação da ULS do Alentejo Central, todas as entidades da região passam a ter este modelo”.

Esta nova ULS, que resulta da agregação do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alentejo Central e do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), junta-se às unidades do Norte Alentejano, do Baixo Alentejo e do Litoral Alentejano.

Segundo o decreto-lei do Governo que prevê a criação da ULS do Alentejo Central e de outras, publicado esta semana em Diário da República, as entidades agora constituídas entram em funcionamento no dia 1 de janeiro de 2024.

De acordo com este decreto-lei, a ULS do Alentejo Central terá natureza de entidade pública empresarial e a sua sede no Largo do Sr. da Pobreza, em Évora, ou seja, no edifício do HESE.

A presidente da ARS do Alentejo indicou que agora será nomeado o conselho de administração da ULS do Alentejo Central, salientando que “este modelo promoverá, com a fórmula de financiamento adequada, uma melhor integração entre os cuidados de saúde primários e os hospitalares”.

A responsável considerou ainda que haverá uma “melhoria no acesso das populações à saúde e também uma maior eficiência em termos da gestão, ou seja, com redução de custos e melhores resultados”.

Entre outras mudanças, este decreto-lei determina que a ULS do Norte Alentejano vai passar a denominar-se ULS do Alto Alentejo.

Note-se que as ULS integram numa mesma entidade os cuidados prestados pelos centros de saúde e pelos hospitais. De acordo com o Governo, “cada ULS concentra a organização dos recursos humanos, financeiros e materiais, facilitando o acesso das pessoas e a sua circulação, em função das necessidades, entre os centros de saúde e os hospitais”.

 

Fotografia de saudemais.tv

Artigos relacionados

Ordem dos Médicos critica “grave declínio” do serviço de Ortopedia do Hospital do Espírito Santo de Évora

Redação Alentejo

Hospitais portugueses não conseguem atrair e reter enfermeiros, diz estudo que envolveu investigadora da Universidade de Évora

Redação Alentejo

Retrato nacional: Sul e Açores é onde se fuma mais. Quase 60% dos adultos tem excesso de peso. Mais de metade dos portugueses não pratica exercício físico

Redação Alentejo

Évora: Profissionais de saúde vão debater igualdade de acesso na saúde à população migrante

Redação Alentejo

Osteoporose: partir um osso pode mudar uma vida inteira

Redação Alentejo

Assembleia Municipal de Portalegre interrompida por abandono da oposição e protestos do público. Em causa está reorganização do Serviço de Oncologia

Redação Alentejo