“QUEM É QUEM” a rubrica de entrevista aos cabeças de lista que concorrem pelos Círculos Eleitorais de Portalegre, Évora e Beja nas Legislativas 2015.
TRIBUNA ALENTEJO (TA) – Porque é que se candidata à Assembleia da República?
Maria Antónia Santos (MAS) – Porque quero que o Alentejo e a minha região tenham uma voz diferente no Parlamento, que contribua para fazer uma política solidária.
TA – Que diferenças existem entre esta candidatura e as restantes?
MAS – Somos gente da nossa gente. Temos a felicidade dos Portugueses como primeira prioridade.
TA – No seu entender, quais são os pontos fortes do Alentejo?
MAS – Gastronomia, valor de paisagem, alojamento, Património Cultural e Natural.
TA – E os fracos?
MAS – O Alentejo não tem pontos fracos!
TA – Ainda se justifica utilizar os termos “esquerda” e “direita” em política?
MAS – Cada vez menos. Numa Europa Global, com políticas comuns, o que faz sentido é começarmos a escolher os nossos dirigentes pelas suas competências humanistas e honestidade intelectual e social e não através de partidos que escondem os rostos e as competências de candidatos que ninguém conhece.
TA – Portugal virado para a Europa e para a União Europeia, ou não?
MAS – Sim, claro, mas não a qualquer preço. Não devemos prescindir da nossa identidade como NAÇÃO, e devemos "bater o pé" pela nossa felicidade.
TA – Regionalização: sim ou não?
MAS – A regionalização é um tema demasiado sério. O MPT considera que para além da posição de princípios de um partido, deverão ser os Portugueses a decidir em referendo, depois de bem esclarecidos.
TA – Se pudesse fazer um só projeto pelo seu círculo eleitoral, qual seria?
MAS – Reflorestação com a floresta de Carvalho em substituição do Eucalipto! É uma vergonha a “eucaliptização” que a nova lei da arborização permite! O Eucalipto é uma monocultura, uma fileira industrial que nos tira a riqueza da Biodiversidade e a transfere para as celuloses.
TA – Como vê o Alentejo em 2020?
MAS – Em 2020, se o MPT eleger deputados, vejo um Alentejo bem mais feliz!

