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A IMPORTÂNCIA DO ENSINO SUPERIOR E OS SEUS DESAFIOS

Pessoalmente acredito que a formação de cada indivíduo a nível pessoal é um direito que deve ser garantido a todos sem excepção, sendo a máquina representada pelo Estado indispensável para promover estas sinergias.

Pessoalmente acredito que a formação de cada indivíduo a nível pessoal é um direito que deve ser garantido a todos sem excepção, sendo a máquina representada pelo Estado indispensável para promover estas sinergias.

Sem uma educação de qualidade, designadamente a nível do Ensino Superior, muito dificilmente teremos uma geração vindoura mais qualificada, consequentemente é impreterível que o mesmo Estado referido no parágrafo anterior assegure o regular funcionamento das Instituições através de políticas correctas de financiamento que garantam a sua sustentabilidade.

Acredito também que é de máxima urgência coadunar as áreas de especialização do Ensino Superior, promovendo uma maior transferência de conhecimento, isto é, o que aprendemos na Academia deve ir de encontro ás necessidades reais do mercado de trabalho, diminuindo assim o desemprego jovem e a descrença que a formação superior não trás benefícios.

Imponho-me totalmente à realidade a que assistimos cada vez mais frequentemente, isto é, alguém que seja impedido de frequentar o Ensino Superior por falta de poder económico. Por isso é peremptório defender que todos os jovens tenham igual acesso ao ensino e que os condicionalismos impostos pela legislação e/ou regulamentação relativa ao ensino não sejam impedimento para atingir essa ambição.

A verdade é que investir no Ensino é uma questão premente no plano conjuntural atual pelo conhecimento académico que é produzido e consubstanciado em desenvolvimento e inovação para a sociedade e economia, quer pelas habilidades sociais e pessoais que são adquiridas nesta experiência de vida que é a Universidade.

Não fazer parte ativa do presente, reivindicando a representatividade e legado estudantil é limitar as opções e garantias de futuro na próxima década, portanto qualificar mais o país é ter um Portugal mais equilibrado, mais competitivo, mais justo e solidário. 

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