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Alentejo Central

HOSPITAL DE ÉVORA TEM A MAIOR COBERTURA DE CARDIOLOGIA DO PAÍS

Com a existência da Unidade de Angiografia Digital e Cardiologia de Intervenção (UADCI) criada há seis anos, os distritos de Évora e Portalegre passaram de uma ausência de disponibilidade para estes procedimentos, como angioplastias primárias (tratamento emergente do enfarte agudo do miocárdio), para o topo da lista nacional em termos do número relativo de procedimentos. De acordo com o cardiologista responsável, Renato Fernandes, esta unidade oferece a maior cobertura do país em termos de angioplastias coronárias e angioplastias primárias para a população com taxas de sucesso imediato do tratamento acima dos 95%.

Com a existência da Unidade de Angiografia Digital e Cardiologia de Intervenção (UADCI) criada há seis anos, os distritos de Évora e Portalegre passaram de uma ausência de disponibilidade para estes procedimentos, como angioplastias primárias (tratamento emergente do enfarte agudo do miocárdio), para o topo da lista nacional em termos do número relativo de procedimentos. De acordo com o cardiologista responsável, Renato Fernandes, esta unidade oferece a maior cobertura do país em termos de angioplastias coronárias e angioplastias primárias para a população com taxas de sucesso imediato do tratamento acima dos 95%.

Segundo dados recentemente publicados no sítio da Sociedade Portuguesa de Cardiologia referentes ao Registo Nacional de Cardiologia de Intervenção, a região do Alentejo que é abrangida pela UADCI, ou seja, os distritos de Évora e Portalegre, é a que tem maior número de procedimentos coronários percutâneos por milhão de habitantes a nível nacional.

Juntamente com a implementação do programa de prevenção 24horas, sete dias por semana, a percentagem de doentes previamente não tratados em tempo útil foi significativamente reduzida de 41% para 12% dos doentes referenciados à UADCI com este diagnóstico. Destes 12%, a maioria são doentes que se apresentaram de forma tardia, já fora da janela de tempo útil para angioplastia primária.

Apesar de, por norma, os doentes de Beja não serem enviados para este hospital, só no ano passado foram tratados 150 doentes com enfarte, com uma taxa de sucesso acima dos 95%. Para o diretor do Serviço de Cardiologia do HESE, José Aguiar, este desempenho resulta de uma forte colaboração de equipas multidisciplinares que garantem uma melhor prestação de cuidados de saúde.

Imagem daqui.

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