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Paris

Notre-Dame a cinza

Ao longo dos séculos, muitos foram os ícones históricos que foram sendo destruídos pelas mais variadas razões, desde a biblioteca de Alexandria ao Colosso de Rodes – há séculos atrás – aos Budas de Bamyan, as cidades antigas de Palmira, Hatra ou de Nínive destruídas recentemente pelos terroristas talibans.

Em 1666, um gigantesco incêndio consumiu Londres durante quatro dias e 80% da cidade medieval inglesa desapareceu e a também mítica Catedral de São Paulo teve que ser reconstruída.

Reguengos de Monsaraz - Capital dos Vinhos de Portugal promovida em Paris

De 12 a 14 de outubro, a capital francesa, Paris, verá ser promovida a cidade de Reguengos de Monsaraz, a Capital dos Vinhos de Portugal.

FERREIRA DO ALENTEJO E PARIS LIGADAS POR “LUGARES SAGRADOS”

Será no Museu Municipal de Ferreira do Alentejo que, a 2 de fevereiro, será inaugurada a exposição de fotografias “Lugares Sagrados: as Cubas do Sul de Portugal”, de Luís Ferro.

A exposição tem percorrido o Alentejo - já esteve patente na Igreja do Salvador, em Évora, e no Centro Cultural Raul de Carvalho, em Alvito – e é constituída por um conjunto de fotografias e mapas que revisitam as “cubas”, pequenas construções de cúpula hemisférica ou cónica que são marca da paisagem do sul de Portugal.

PARIS CELEBRA A DEMOCRACIA COM MARCA DE CAMPO MAIOR

De Campo Maior até à capital francesa, Paris, foi o caminho que as tradicionais flores de papel campomaiorenses fizeram.
 
A intenção foi a de ser parte integrante da exposição “Revolução e Democracia: recordar os Cravos”, patente no Espace Cardin do Théâtre de la Ville, em Paris, até 24 de maio.
 

ALENTEJO INSPIRA EXPOSIÇÃO EM LEILOEIRA PARISIENSE

O pintor português Armando Alves tem patente uma exposição na Leiloeira Fauve Paris, em França.

São 14 as obras em exposição – realizadas de 1995 a 2016 – e que têm o Alentejo como inspiração, como revelou à LUSA o artista que é um confesso fã da terra alentejana, da sua "linha do horizonte e o céu imenso”, do "o compartimento das terras", das " várias cores que têm a ver com as estações do ano e as horas do dia" e do "barulho dos pássaros".

CANTE ALENTEJANO TEM GRUPO EM PARIS

A distinção do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade da UNESCO, em 2014, trouxe um relevância e popularidade crescente.

Evidência disso foi o surgimento na capital francesa, Paris, de um grupo de Cante Alentejano, com pessoas de várias nacionalidades, os "Cantadores de Paris" fruto de uma criação para uma peça de teatro.

OS MIÚDOS VADIOS QUE FERIRAM DE MORTE A CAPITAL FRANCESA

O dia 13 de Novembro foi, indelevelmente, um dia diferente para todos os Franceses. Primeiro um balanço terrificante das consequências de um massacre já com precedentes e, logo de seguida, a conclusão nada animadora de que ninguém está a salvo. Alguns ensinamentos são a retirar dos acontecimentos. A confusão, o estado de sítio e a falta de esclarecimento aproveitará sempre ao agressor no seu intento de nos subjugar.

SILÊNCIO

Na semana passada, enquanto se preparava a crónica semanal, chegou a todos nós a notícia dos atentados de Paris.

Naquela hora, por muito que tentasse, as palavras faltaram perante o choque de um ataque bem no coração de Paris.

Ainda hoje, ao ouvir todos os relatos de sobreviventes, é difícil não engolir em seco perante tamanho acto de terrorrismo.

Talvez ainda mais do que se esperava, tendo em conta exemplos bem recentes, a Europa acordou para o risco de ataques terroristas eminentes.

ÚLTIMA HORA: BATACLAN DE DEATH METAL EM PÓVOA DE LANHOSO

Nos últimos tempos, apesar de não assistir com frequência a programas televisivos, tenho vindo a aperceber-me de que, contra as advertências da minha mãe, afinal eu tinha razão, na televisão aprende-se pouco. Para mim, é apenas um mero instrumento de lazer, por isso é que só me sento alguns minutos por semana frente ao televisor, vendo muitas vezes já para dentro (para desespero do companheiro) alguma série ou filme.

A ECONOMIA DA GUERRA E DO TERROR

Depois dos atos de terrorismo que tiveram epicentro em Paris e com abalos sentidos um pouco por todo o mundo, é-me difícil escrever a habitual crónica sobre economia m tocar neste assunto.

Sem dúvida que se tratou de uma tragédia sem palavras, de um horror e terror inqualificáveis e mais um daqueles exemplos que envergonham a Humanidade e que vou ter sérias dificuldades em explicar ao meu filho que tem agora 4 anos. Porque é que Homens fazem isto a outros Homens? Em nome de que? De quem?

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