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Sines é “resposta” para gás russo, diz New York Times

Um artigo recentemente publicado no The New York Times dá destaque ao porto de Sines, afirmando que Portugal “pode ser a resposta para uma Europa cativa do gás russo”.

Segundo o artigo, “juntos, Espanha e Portugal representam um terço da capacidade da Europa de processar gás natural liquefeito (GNL). Espanha tem o maior número de terminais e o maior, embora Portugal tenha o mais estrategicamente localizado”.

Sharish Gin em destaque entre as destilarias europeias

Com a crescente popularidade do gin, a curiosidade em volta das destilarias também aumenta e, por isso, existe um interesse cada vez maior em visitar os locais onde esta bebida é produzida.

Para simplificar a tarefa a todos os interessados, o The Luxury Editor elaborou uma lista das destilarias europeias que vale a pena visitar.

Porto de Sines terá “hub” para reexportar gás para a Europa

Portugal vai criar um novo “hub” de reexportação de gás natural liquefeito (GNL) no Porto de Sines, num investimento de 35 milhões de euros, para fazer face à extrema dependência da Europa do gás natural russo.

A informação é avançada pelo Jornal de Negócios e citada pelo jornal ECO. Este projeto está previsto ser desenvolvido ao longo de vários anos e é composto por diferentes etapas, uma das quais é a construção de um novo depósito de gás no terminal da REN, que poderá demorar até dois anos e custar cerca de 30 milhões de euros.

A esquerda Portuguesa pós guerra

Parte da esquerda portuguesa, com exceção do Livre, por isso talvez não seja parte mas grande parte, claudicou no assunto Putin. Não na condenação ao ataque, mas no acreditar que este se realizasse. Faço já a minha declaração de interesses, dizendo que fui um dos que não acreditei. Tal como numa outra publicação minha, defendi que a montante do ataque não considerei a Rússia como culpada única, acreditei numa via diplomática de forma a evitar a continuação do avanço da Nato ainda para mais próximo da Rússia e um referendo vigiado para a independência de Donetsk e Lugansk.

Histórias esquecidas: die Vertriebene (“os expulsos”)

Entre os vários acontecimentos que se seguiram ao final da Segunda Guerra Mundial, a história dos Alemães do Leste Europeu, entre 1944 e 1949, impressiona em termos de números e vastidão geográfica.

Desde o final da Idade Média que existem, em muitas áreas da Europa Oriental, da Lituânia à Turquia, comunidades de língua alemã organizadas com diferentes tradições e formas.

As crueldades cometidas na guerra da Ucrânia são imperdoáveis!

À medida que as tropas russas vão deixando o Norte da Ucrânia, vem ao decima uma realidade de horror: corpos de civis pelas ruas, de mãos atadas, queimados ou enterrados em valas comuns, corpos de mulheres nuas abandonados na estrada e animais abatido, e muitas outras atrocidades difíceis de descrever.

É possível dizer que há uma guerra da Ucrânia antes das atrocidades em Bucha e outra após a realização das mesmas.

Numa primeira fase, dois meses após a invasão russa, é possível ver imagens que mostram a dimensão da destruição na Ucrânia.

“Somos feitos de pessoas” Delta Cafés em ajuda aos refugiados

Numa iniciativa conjunta promovida pela Delta Cafés, Câmara Municipal de Lisboa e a consultora GCI surge o movimento solidário “Somos feitos de pessoas”.

Este movimento irá ajudar famílias de refugiados ucranianos a virem para Portugal.

A Delta Cafés irá assegurar toda a logística, desde o transporte e alimentação, e estará disponível para analisar eventuais oportunidades de emprego em colaboração com as entidades oficiais.

Felicito a solidariedade na União Europeia

Chegam às fronteiras da Polónia, Hungria e Eslováquia com a Ucrânia, com cartazes, dando apoio, oferecendo bens e lugares nas suas viaturas para quem quer partir. Oferecem muitas vezes as suas casas para acolher as famílias ucranianas que foge á guerra.

São muitos os voluntários estrangeiros, de múltiplas nacionalidades, que conduziram uma enormidade de horas para apoiar os refugiados ucranianos. É notável!

Estes cidadãos ucranianos tiveram que sair das suas terras, no meio de bombardeamentos, trazendo os seus filhos para a ´´segurança´´ europeia.

O Leste Europeu no centro do Mundo

Em 1919 foi assinado o tratado de Versalhes pelos aliados vencedores da 1ª Guerra Mundial, e pela vencida Alemanha. Este tratado que impunha o pagamento de avultadas despesas à Alemanha como responsável máxima pela guerra na Europa é visto por muitos como o grande responsável pela escalada de Hitler até ao poder e consequentemente da 2ª Guerra Mundial. Esta introdução serve como metáfora ao que considero ter sido uma humilhação praticada pelos EUA e Nato à Rússia desde a queda da União Soviética.

Qual é o animal mais perigoso do mundo?

“You are looking at the most dangerous animal in the world. It alone of all the animals that ever lived can exterminate (and has) entire species of animals. Now it has the power to wipe out all life on earth.” (“Está a olhar para o mais perigoso animal do mundo. É o único de todos os animais que alguma vez viveu capaz de exterminar (e já o fez) espécies completas de outros animais. Tem agora o poder de terminar toda a vida na Terra”) - dizia um espelho no Zoo do Bronx, em Nova York, em 1963.

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